Com a recente derrota do governo Lula no Senado, onde caiu ontem à noite a prorrogação do “imposto do cheque”, fica a dúvida sobre o que de bom ou de ruim isso ocasionará ao país. Digo ao país, porque no final das contas o que interessa são os reflexos e possíveis impactos que tal decisão acarreta à população.

Lendo os diversos blogs sobre política, entre os principais jornais online do país, fica a impressão de que, conforme o enfoque adotado por esta ou aquela linha editorial, poderemos ter mais impactos negativos do que positivos no final da estória. Afinal, sem os R$40 bilhões a mais em 2008, a tendência é que o governo procure “compensar” tal perda de arrecadação com aumento da carga tributária, ou outros meios que, invariavelmente, acabam por impactar mais na população e no setor produtivo.

O que não pode é que bravatas entre governo e oposição sejam pagas pelo povo, este eterno esquecido quando os egos no planalto central se exaltam acima da responsabilidade dos cargos que ocupam.

Importantes políticas públicas precisam continuar na pauta , desde ou de qualquer governo, e é preciso muita coerência de todos os políticos em geral na condução de suas atividades, uma vez que o Brasil se encontra num cenário favorável de desenvolvimento e precisa, mais do que nunca, de equilíbrio e boa gestão para crescer e, conseqüentemente, ajudar a diminuir as desigualdades sociais.

Aos prezados leitores, peço que deixem seus comentários sobre este assunto.