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O salário mínimo do país deve subir neste sábado, dia 1º, para R$ 412,40. O aumento representa uma elevação de 8,5% em relação aos atuais R$ 380. O salário passa a vigorar em março, para recebimento em abril.

Fonte: UOL Notícias | Clique aqui para ler a matéria completa.

O jornal britânico Financial Times adverte em editorial publicado nesta terça-feira (27/2) que o progresso alcançado entre 1990 e 2005 no combate à fome, principalmente entre as crianças, está ameaçado pela alta do preço dos alimentos, impulsionada, entre outros fatores, pelos subsídios pagos à produção de biocombustível.

Segundo o FT, o preço de commodities como trigo, soja e milho duplicaram, ou até triplicaram nos últimos anos. “O resultado é pobreza - para milhões, a duplicação do preço significa escassez - e o aumento da desnutrição.”

“Enquanto os recentes aumentos de preços dificilmente serão permanentes, os produtores deveriam parar de gastar alimentos subsidiando biocombustíveis e dar ao Fundo para Alimentação da ONU (FAO) os recursos que ele necessita para distribuir calorias para aqueles que não podem lidar com o problema sozinhos.”

O FT afirma que muitos dos fatores que provocaram a alta dos alimentos são temporários, “mas a maior mudança estrutural são os biocombustíveis. No espaço de alguns anos, os Estados Unidos destinaram cerca de 40 mil toneladas de milho para a produção de bioetanol - cerca de 4% da produção global de grãos. Este rápido crescimento é em grande parte resultado dos subsídios - que têm que ser cortados”.

“Os benefícios ambientais do bioetanol de milho são ambíguos, na melhor das hipóteses, e não deveriam ser favorecidos em detrimento da plantação de milho para fins alimentares.”

‘The Guardian’ - O jornal britânico The Guardian também comenta o aumento dos preços em editorial nesta terça-feira, afirmando que alta do trigo anunciada na segunda-feira normalmente passaria despercebida, mas “ela é apenas o mais recente sinal de que a longa era de comida barata finalmente acabou. O fim chega ao final de um mês em que as implicações começam a ser sentidas em todo o mundo”.

O Guardian comenta o pedido da FAO, que, segundo o jornal, precisa urgentemente arrecadar novos fundos para continuar distribuindo ajuda.

“Os efeitos da alta no preço de alimentos são ainda mais sérios porque é algo com que o mundo se desacostumou. Por um quarto de século, depois de meados dos anos 70, novas tecnologias e o livre comércio se combinaram para tornar os alimentos quase que continuamente mais baratos.”

O jornal afirma que o preço do trigo caiu mais de 80% entre 1973 e 2000, levando-se em conta a inflação, e agora está mais do que o dobro do preço de alguns anos atrás.

“Se a tendência continuar, o pão e manteiga da política mundial poderá virar pão e manteiga de verdade, mais uma vez. É nos países pobres, no entanto, que os efeitos são mais graves: o custo da comida, pode ser frequentemente contado em vidas humanas.”

O editorial também afirma que os subsídios aos biocombustíveis, “particularmente nos Estados Unidos”, estão causando distorções no mercado global de alimentos.

Fonte: Estadão Online

Programa do governo pretende implantar ações conjuntas entre ministérios para beneficiar 2 milhões de famílias pobres em 2008.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou, nesta segunda-feira, um programa que pretende pôr em prática 135 ações, que envolvem 15 ministérios, para tentar reduzir a desigualdade no Brasil. A iniciativa, que prevê gastos de R$ 11,3 bilhões neste ano, deve beneficiar em 2008 mais de 2 milhões de famílias de agricultores, assentados, quilombolas, indígenas e pescadores em 958 municípios, segundo o governo federal.

Fonte: PNUD Brasil | Clique aqui para ler a matéria completa.

O que era interesse de poucos virou preocupação de muitos e a área ambiental deixou de ser especialidade para se tornar curso de graduação. Desde o ano 2000, o crescimento no número de cursos com esse perfil no País foi de 822%. A quantidade de alunos pulou de cerca de mil para mais de 10 mil nesse período. E os formandos em busca de emprego em áreas como Gestão Ambiental, Controle Ambiental e Saneamento Ambiental, que sequer existiam há oito anos, já passam dos 2.200.

Segundo o levantamento do Ministério da Educação (MEC), feito a pedido da reportagem, as vagas em vestibulares em 11 cursos da área cresceram mais de 1.000% desde 2000. Os números mais recentes são de 2006 e mostram 8.377 vagas em universidades públicas e particulares no País. Em 2000, eram 732.

Muitos dos cursos ambientais surgiram dentro da nova modalidade de graduação, os cursos tecnológicos, com formação mais rápida (em menos de quatro anos), menos acadêmica e voltada para o mercado de trabalho. Além da criação de novos cursos, os que já existiam foram reestruturados e até mudaram de nome para atender as demandas ambientais recentes.

Fonte: Yahoo Brasil

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