
Resultados de pesquisas realizadas no âmbito do Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA) reforçam a hipótese de que manter a floresta em pé faz toda a diferença.
Na Amazônia, as árvores estariam “engordando” e consumindo maior quantidade de dióxido de carbono do que emitindo, anulando os efeitos do das queimadas na região, responsáveis pela emissão de grandes quantidades do gás para a atmosfera.
Segundo pesquisadores, ao absorver carbono em excesso, usando o gás para crescimento, a própria floresta estaria limpando da atmosfera gases resultantes da queima de florestas e de combustíveis fósseis que contribuem para o aquecimento global.
Esse cenário, obtido a partir de dados da Rede Amazônica de Inventários e Levantamentos Florestais (Rainfor), desafia a teoria mais clássica da ecologia, sobre o clímax ecológico, de que um ecossistema maduro está em permanente equilíbrio – portanto, com biomassa constante.
Fonte: Agência FAPESP | Leia aqui a matéria completa (no site AmbienteBrasil.org)
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Sim, e 20% do oxigênio que respiramos vem da Amazônia, de acordo com um documentário que assisti no National Geografic mês passado, dado interessante, levando em consideração que relatórios da ONU e demais cientistas dizem que a Amazônia será savana no final do século, ou até mesmo antes. No entanto, a maior parte do oxigênio produzido provém do oceano, de uma determinada alga marinha, outro problema é que as mudanças do clima, leia-se, o aquecimento global, vem trazendo consequências ao oceano, aquecendo-o, mudando-o de correntes, e acabando com os corais, sustento do mundo marinho.
Devemos explorar este meio de comunicação como ferramente de educação ambiental para as presentes e futuras gerações, sempre refutando o ideal da proteção de nosso Planeta único, e que merece ser casa ainda de nossos netos, tataranetos…. e não quero ser lembrado pelos meus descendentes como destruidor da futura casa deles…
Abraços.