“O Brasil está dormindo em berço esplêndido, confortável com sua pseudoliderança na oferta de biocombustíveis para o mundo e exibindo os louros de uma história que não exigiu muita inovação tecnológica. Enquanto isso, o país já vem perdendo competitividade”, afirma o professor Weber Antonio Neves do Amaral, da Esalq/USP, que até a semana passada era o diretor executivo do Pólo Nacional de Biocombustíveis, em Piracicaba.
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Fonte: site Inovação Tecnológica
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