Publicado por: Castro em: 30 30UTC julho 30UTC 2009
O gestor ambiental público, por se situar na interface entre várias áreas setoriais, freqüentemente se depara com adversários poderosos dentro dos governos: num momento é a área da agricultura, que adota práticas destrutivas do ambiente natural; noutro momento são as áreas de fomento à pesca, que adotam posturas imediatistas que destroem a capacidade de reprodução dos estoques pesqueiros; ora são os órgãos públicos de infraestrutura viária ou de energia, que pressionam por agir fora dos controles ambientais; em outra ocasião são bancos de fomento econômico, ao financiarem atividades predatórias e tornarem inócuos os esforços da fiscalização ambiental. Tais situações se repetem, com variações, nos governos nacionais, estaduais ou locais. E, da mesma forma, nas instituições internacionais.
Leia aqui a matéria completa.
Fonte: Portal do Meio Ambiente
Comentários no Blog