You are currently browsing the tag archive for the 'aquecimento global' tag.

* Terça-feira, 22 de abril de 2008 *
Mapa digital reúne 800 dados municipais
Ferramenta do Ministério das Cidades traz desde resultado de eleições até indicadores sociais, econômicos, financeiros e administrativos
Prêmio ODM abrange de Aids a mata ciliar
Concurso de iniciativas em prol dos Objetivos do Milênio escolhe 20 projetos em áreas como saúde, mercado de trabalho e meio ambiente
Entidades se unem por software público
Ministérios, empresas de informática, PNUD e universidade assinam acordo para estimular programas que atendam interesses sociais
Servidor do Recife faz curso contra racismo
Capital pernambucana ofereceu capacitação a 705 funcionários de áreas como educação e saúde, para que combatam discriminação.
“Os mosquitos transmissores da malária são encontrados agora em áreas onde não havia malária antes”, afirmou, esclarecendo que os insetos têm se espalhado dos trópicos para regiões de clima mais ameno.
“No caso de dengue, há muitos outros fatores responsáveis pela disseminação dos mosquitos. Mas tenho certeza de que as mudanças climáticas desempenham um dos papéis nesse caso. Isso podemos afirmar com segurança.”
A malária mata ao menos 100 mil pessoas por ano. A OMS estima ainda que há 50 milhões de casos de dengue no mundo todo a cada ano. Desses doentes, 500 mil precisam ser hospitalizados e cerca de 12.500 dos casos são fatais.
As mudanças climáticas também estão provocando a elevação do nível dos oceanos, o desaparecimento de rios e uma instabilidade maior nos padrões meteorológicos, disse Omi. As enchentes, as secas e as ondas de calor prejudicam a saúde das populações humanas, acrescentou.
Segundo Omi, a OMS reservou um fundo de 10 milhões de dólares para um programa voltado a informar as pessoas e os governos sobre os perigos das mudanças climáticas na área da saúde.
Um menor consumo de energia e avanços tecnológicos com o propósito de diminuir as emissões de carbono são medidas cruciais a serem adotadas, afirmou.
“No meu escritório, usamos gravata apenas em ocasiões muito formais”, disse, acrescentando que isso permitia utilizar menos os aparelhos de ar-condicionado.
“Há muitas coisas que os cidadãos comuns podem fazer para evitar o consumo desnecessário de energia.”
Fonte: Estadao.com.br

Resultados de pesquisas realizadas no âmbito do Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA) reforçam a hipótese de que manter a floresta em pé faz toda a diferença.
Na Amazônia, as árvores estariam “engordando” e consumindo maior quantidade de dióxido de carbono do que emitindo, anulando os efeitos do das queimadas na região, responsáveis pela emissão de grandes quantidades do gás para a atmosfera.
Segundo pesquisadores, ao absorver carbono em excesso, usando o gás para crescimento, a própria floresta estaria limpando da atmosfera gases resultantes da queima de florestas e de combustíveis fósseis que contribuem para o aquecimento global.
Esse cenário, obtido a partir de dados da Rede Amazônica de Inventários e Levantamentos Florestais (Rainfor), desafia a teoria mais clássica da ecologia, sobre o clímax ecológico, de que um ecossistema maduro está em permanente equilíbrio – portanto, com biomassa constante.
Fonte: Agência FAPESP | Leia aqui a matéria completa (no site AmbienteBrasil.org)

Um relatório elaborado pelos dois líderes da diplomacia da União Européia afirma que a mudança climática poderá desencadear, na próxima década, uma série de conflitos globais e causar uma onda de migração.
Escrito pelo Alto Representante da União Européia, Javier Solana (foto acima), e pela comissária de Relações Exteriores, Benita Ferrero-Waldner, o documento servirá de base para um debate sobre possíveis medidas para combater o aquecimento global, o principal assunto da cúpula de chefes de Estado europeus que será realizada nesta semana em Bruxelas.

Para tentar provar que investir em um meio ambiente sustentável pode ser um grande negócio, a Organização das Nações Unidas (ONU) reúne até sexta-feira (22), em Mônaco, ministros de Estado, cientistas, ambientalistas e empresários de mais de cem países. A conferência ”Mobilizando Finanças contra o Aquecimento Global”, a maior já patrocinada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnue) desde a Conferência do Clima, em Bali, em dezembro, vai tentar traçar o custo financeiro daquela que vem sendo chamada “low carbon society”.
A idéia da sociedade de “economia verde” ganhou impulso desde a realização do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), no ano passado. De acordo com a comunidade científica, os governos precisarão gastar entre 0,2% e 3% do PIB mundial para estabilizar as emissões de gases causadores do aquecimento global até 2030 - algo entre US$ 44,6 bilhões e US$ 89,2 bilhões por ano, segundo números do Banco Mundial.
O raciocínio da conferência é demonstrar que reduzir emissões de gás carbônico, controlar o uso de poluentes químicos e investir em energias renováveis é, mais do que uma proposta ambientalista, uma oportunidade de negócios. “Bilhões de dólares estão sendo investidos em fontes renováveis de energia e centenas de instituições com orçamento de trilhões de dólares estão endossando investimentos que refletem as preocupações governamentais e sociais”, diz Achim Steiner, subsecretário-geral da ONU. O Brasil será representado pelo secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco.
Fonte: Folha Online

Fonte: BBCBrasil.com
Um tratado que possa substituir o Protocolo de Kyoto deve estar, nos próximos anos, no centro do debate internacional sobre como enfrentar o aquecimento global.
O documento, criado em 1997 na cidade japonesa que deu nome ao acordo, estabelece metas para a redução de gases poluentes que, acredita-se, estejam ligados ao aquecimento global e tem data para expirar: 2012.
Segundo o tratado, apenas 30 países industrializados estão sujeitos a essas metas. O Brasil ratificou o acordo, mas não teve de se comprometer com metas específicas porque é considerado país em desenvolvimento.

Os países que defendem ações mais duras e urgentes contra as mudanças climáticas ganharam um forte aliado - e ele entra no jogo com pressa de apresentar resultados. Em sua primeira entrevista coletiva após a vitória histórica de seu partido, o Trabalhista, nas eleições parlamentares da Austrália no sábado , o novo primeiro-ministro, Kevin Rudd, deixou cristalino que seu os australianos mudaram de lado nessa discussão. Durante anos, o país foi aliado da política dos Estados Unidos para o tema, contestando e rejeitando o Protocolo de Kioto, pacto global de redução das emissões de gás carbônico que o primeiro-ministro derrotado, John Howard, e o presidente George W. Bush consideram nocivo à economia.

Fonte: O Globo Online
As crianças são especialmente vulneráveis aos efeitos adversos do aquecimento global sobre a saúde, segundo um relatório divulgado nesta segunda-feira (29).
“As conseqüências diretas antecipadas da mudança climática sobre a saúde incluem danos e morte, produtos do clima extremo e dos desastres naturais, aumento das doenças infecciosas e das doenças vinculadas à poluição do ar e ao calor, potencialmente fatais”, afirma o estudo apresentado no congresso anual da Academia de Pediatria dos Estados Unidos.
“Em todas essas categorias, as crianças são as mais vulneráveis em relação a outros grupos”, indicou.
Os autores do estudo pediram aos pediatras, especialmente nos Estados Unidos, país em que ocorre a maior quantidade de emissões de gases de efeito estufa per capita, que promovam práticas que não danifiquem o meio ambiente.
Entre os perigos de saúde associados à mudança climática, que afetariam as crianças, está um aumento de doenças como a malária, asma e problemas respiratórios.
O informe também advertiu sobre a escassez de comida devido ao aquecimento global e uma menor disponibilidade de água em regiões como a costa oeste dos Estados Unidos.

Fonte: JB Online
O ex-vice-presidente americano Al Gore, ganhador do Prêmio Príncipe de Astúrias de Cooperação Internacional, afirmou nesta quinta-feira (25) que o futuro da humanidade, ameaçado pela mudança climática, “é uma questão moral, e não um jogo político” e espera que os governos de todo o mundo entendam isso.
Em uma entrevista coletiva oferecida na cidade espanhola de Oviedo, Al Gore, que receberá nesta sexta-feira (26) o Prêmio Príncipe de Astúrias de Cooperação Internacional das mãos do príncipe Felipe de Borbón, agradeceu a concessão deste prêmio, que considera uma “enorme honra”.
Diante das críticas recebidas de alguns setores a sua campanha de conscientização contra a mudança climática, o ex-vice-presidente dos Estados Unidos defendeu os conteúdos do documentário “Uma Verdade Inconveniente”, no qual alerta sobre esses riscos, e assegurou que se baseia em princípios científicos.
Sobre a possibilidade de se apresentar como candidato pelo Partido Democrata à Presidência de seu país, disse que não tem “nenhuma intenção” de fazer isso, mas não descartou que, no futuro, possa retomar sua atividade política.

Por Yahoo!Brasil Notícias
Brasil, México, Chile e Argentina devem sediar encontros para formação de “líderes” sobre a mudança climática em 2008, anunciou nesta quinta-feira (1
o movimento liderado pelo ex-vice-presidente dos EUA Al Gore.
O diretor do Projeto Climático na Espanha, da Alliance for Climate Protection de Gore, Juan Verde, apresentou nesta quinta-feira em Sevilha o projeto de encontros de cúpula e disse que a intenção é realizar “pelo menos” quatro encontros de capacitação na região ibero-americana, inclusive o Brasil, no ano que vem.
“Nossa intenção é desenvolver o projeto por toda a região ibero-americana. Já estamos em negociações muito avançadas com diferentes grupos de ativistas e fundações privadas para coordenar estes eventos”, acrescentou.
Verde ressaltou que o Brasil, a América Latina e a África “têm papel muito importante” sobre a mudança climática porque são “muito afetados”.
Ele lembrou que o continente americano tem sofrido cada vez mais e maiores catástrofes naturais “que estão tendo um impacto direto” em seu desenvolvimento econômico e social.
“Há uma relação direta entre a mudança climática e o desenvolvimento cultural e econômico. Estes países podem apresentar soluções significativas para o problema”, acrescentou.
A região ibero-americana pode ser um cenário idôneo para o desenvolvimento de tecnologias adequadas contra a mudança climática, como energias renováveis, que evitem investir em infra-estruturas proibidas ou desprezadas nos países desenvolvidos por seu caráter poluidor.
A participação nos encontros será para candidatos selecionados que receberão formação sobre a mudança climática e se comprometerão a divulgar gratuitamente o movimento liderado por Al Gore.
O primeiro Encontro Espanhol de Cúpula em Mudança Climática acontecerá na cidade de 26 a 28 de outubro e será o quarto organizado no mundo. Estados Unidos, Reino Unido e Austrália já realizaram eventos similares.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convidou autoridades e empresários da África a participarem do projeto de biocombustíveis. Em Burkina Faso, Lula disse que os biocombustíveis democratizam o “acesso à energia sustentável”.
“Ao mesmo tempo, estaremos combatendo o impacto do aquecimento global, que atinge desproporcionalmente os países mais pobres. E, isso, sem colocar em risco a segurança alimentar. É o que demonstra a experiência do Brasil”, disse Lula em um seminário em Burkina Faso.
O presidente Lula voltou a defender a expansão dos biocombustíveis na abertura de um encontro empresarial em Burkina Faso. “O álcool e o biodiesel são a alternativa energética para um planeta ameaçado pelos efeitos da mudança climática e pela alta no preço do petróleo. Para países pobres, essa aposta representa geração de empregos e renda, autonomia energética e aumento de exportações.”
Lula também negou que o cultivo de cana para a produção de álcool possa colocar em risco a segurança alimentar. “Jamais defenderia projetos que tirassem alimentos da mesa dos trabalhadores. O debate sobre a relação entre biocombustíveis e segurança alimentar é necessário, mas deve ser feito com critério. A experiência brasileira mostra que a produção de biocombustíveis não afeta a segurança alimentar.”
