Laboratório de inclusão digital na UFRJ

28 09 2008

Estão abertas as inscrições para o Laboratório de Inclusão Digital da UFRJ. As vagas oferecidas são para o curso de microinformática básica. O projeto é uma iniciativa da Divisão de Integração Universidade Comunidade (DIUC) da Pró-Reitoria de Extensão (PR-5) da universidade.

Para se candidatar às vagas, é necessário ter o ensino fundamental completo ou estar cursando e ser morador de espaço popular.

As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de setembro, das 9 às 17 horas, no anexo da PR-5, na Prefeitura Universitária – campus do Fundão.

Mais informações pelo telefone (0xx21) 2598-9258.

Fonte: Boletim “Olhar Virtual” da UFRJ





São Paulo sediará a Mostra Fecomercio de Sustentabilidade

1 09 2008

Evento aberto ao público reunirá, nos dias 4 e 5 de setembro, idéias, projetos, soluções e propostas de empresas focadas em alternativas sustentáveis para empresas e comunidade em geral

Realizada em parceria com os Institutos Ethos e Brasil Ambiental, a exposição reunirá artistas, empresas, organizações e entidades que apresentarão seus produtos e projetos em torno do tema “sustentabilidade”, visando a ampliação desta forma de pensar e o estímulo ao desenvolvimento.

Leia aqui a matéria completa.

Fonte: O Radical

* Procurando Livros sobre Sustentabilidade?





Mudança climática atinge América Latina e pode piorar

5 08 2008

A queda no mar de gigantescos pedaços de gelo que se desprendem no extremo sul do Chile e da Argentina deixa maravilhados, a cada ano, milhares de turistas, mas também aponta para mais uma das dramáticas provas do aquecimento global.

Apesar de a contribuição latino-americana para a emissão de gases do efeito estufa, relacionada com o aumento da temperatura média do planeta, ser de apenas 10 por cento, a região revela-se altamente exposta às mudanças climáticas e essa é uma realidade palpável do México à Patagônia.

O recuo das geleiras, a ampliação de áreas desérticas e uma maior ocorrência de furacões dão conta de um fenômeno cada vez mais intenso e que provoca, ainda, a migração de animais para áreas mais frias nas cordilheiras ou rumo ao sul do continente.

Recentemente, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), com sede em Santiago, avisou que as previsões apontam para uma vulnerabilidade ainda maior da região caso continue a avançar o processo de deterioração dos sistemas naturais.

A Comunidade Andina das Nações (CAN) estima que as mudanças climáticas poderiam provocar, a partir de 2015, a perda de 300 milhões de dólares anuais para seus integrantes, ou cerca de 4,5 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) da Colômbia, do Peru, do Equador e da Bolívia.

“Acreditamos que, junto com as mudanças a atingirem o setor primário, se formará uma cadeia de ação e reação que chegará às finanças públicas”, disse o diretor da Divisão de Desenvolvimento Sustentável e Assentamentos Humanos da Cepal, José Luis Samaniego.

“Essa é uma situação de prejuízos crescentes que, por ser gradual, pode ser pouco perceptível caso não ocorra de forma repentina e simultânea”, acrescentou o especialista, citando como exemplo o surgimento de furacões mais fortes no Caribe, prejudicando a indústria do turismo naquela região.

O derretimento das geleiras de milhares de anos na cordilheira dos Andes e das calotas polares contribui para uma elevação do nível do mar que promete provocar uma ampla gama de transtornos na biodiversidade e na geopolítica latino-americanas.

Gustavo Nagy, oceanólogo uruguaio e membro do Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas (IPCC), uma entidade da Organização das Nações Unidas (ONU), disse que, segundo estimativas do grupo, o nível dos oceanos vai elevar-se de 70 a 80 centímetros até o final do século.

“Para se ter uma idéia, as zonas úmidas, onde metade das aves migratórias do Uruguai pousa em algum momento de sua vida, vão desaparecer se o mar elevar-se 25 centímetros. Estamos falando de algo que nós mesmos talvez vejamos, e não os nossos netos”, afirmou Nagy.

“Não temos de falar de coisas que podem acontecer no longo prazo, mas das que vão acontecer dentro de dez ou 20 anos, como o aumento da vulnerabilidade à dengue no norte do Uruguai em 2020 e à febre amarela em 2040 ou 2050, por exemplo, se a temperatura continuar subindo no mesmo ritmo dos últimos anos.”

Na Venezuela, o diretor-geral do setor de bacias hidrográficas do Ministério do Meio Ambiente, Rodolfo Roa, citou a elevação do nível dos oceanos e o afastamento das sardinhas das regiões costeiras como dois dos fatores mais preocupantes. As sardinhas figuram entre os peixes mais consumidos do mundo.

Fonte: Folha de São Paulo





Os 10 Mandamentos do Ecoturista

21 07 2008

  1. Informação: A informação é essencial para o bom aproveitamento da viagem.
  2. Planejamento: O ecoturista deve estar preparado para qualquer imprevisto ou eventualidade.
  3. Proteção: O ecoturista é o maior responsável por sua segurança. viaje sempre em grupo, onde cada um é responsável pela segurança dos demais.
  4. Respeito às trilhas originais: Utilize sempre os caminhos já traçados e evite caminhar por locais desconhecidos.
  5. Instrumentos de orientação: Tenha sempre em mãos mapas, bússola ou qualquer outro instrumento de localização e orientação e saiba como usá-los, ou esteja com alguém que o saiba.
  6. Guias locais: Dê preferência a guias da comunidade local, mas certifique-se de que são treinados e bem informados.
  7. Lugar de lixo é no lixo: Jamais, em hipótese alguma, deixe seu lixo na mata. Leve-o de volta com você.
  8. Atenção e cuidado com o fogo: Evite causar incêndios na mata, em especial em períodos de seca. Fogueiras devem ser evitadas.
  9. Respeito e distância em relação aos animais: Você é o intruso. Respeite o habitat natural das espécies. Lembre-se: os bichos são selvagens e só atacam no caso de se sentirem ameaçados. Mantenha sempre uma distância segura.
  10. O lugar deve permanecer exatamente como foi encontrado: A preservação do meio ambiente é o principal objetivo do Ecoturismo.

A frase mais conhecida entre os praticantes do Ecoturismo é:
“Da natureza nada se tira a não ser fotografias, nada se leva a não ser recordações e nada se deixa a não ser saudades”.

Fonte: reportagem especial sobre Ecoturismo do Portal do Voluntário.






Inteligência e armas não-letais na segurança do Rio

19 06 2008

Uma mata, o outro arde horrores. Mas entre bala perdida e gás lacrimogêneo, a diferença pode ser uma vida, ou mais de uma. É essa a lógica dos investimentos em armas não-letais do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) no Rio de Janeiro. Granadas de gás lacrimogêneo, de luz e som, balas de borracha e spray de pimenta serão usados em operações policiais em comunidades dominadas pelo tráfico. O objetivo das ações será garantir a chegada dos projetos sociais do Pronasci.

Leia aqui a matéria completa.

Fonte: ComunidadeSegura.org.br





‘Prevenção da violência se faz com política social’

10 06 2008

Clipping - Entrevista com Deputado Estadual do RJ, Alessandro Molon (PT)

O jovem deputado estadual Alessandro Molon é presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, estado que, em 2007, bateu um recorde de mortes de civis em confrontos com a Polícia Militar (mais de 1,2 mil, segundo dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro). Em seu segundo mandato na casa, foi o candidato mais votado do Partido dos Trabalhadores (PT) nas últimas eleições, em 2006.

Professor de História e bacharel em Direito, Molon tem uma trajetória política ligada à defesa dos direitos humanos com foco na juventude. Um exemplo disso é o Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte, projeto apresentado pelo deputado, que virou política pública aplicada pela organização da sociedade civil Projeto Legal.

Leia aqui a matéria completa no site ComunidadeSegura.org





Participação da sociedade, cidades mais seguras

4 06 2008

“Ninguém melhor que a própria sociedade para saber onde o calo lhe aperta”. A frase é de Maria João Gaio, presidente da 13ª Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) do estado do Rio de Janeiro, correspondente à região do Centro.

Leia aqui matéria completa.

Fonte: ComunidadeSegura.org





Organização pede ‘mudança radical’ para proteção da natureza

24 05 2008

O fundador do conselho ético World Future Council, Jakob von Uexküll, pediu nesta quinta-feira (22/5) aos Governos para fazer “uma mudança radical” em relação à proteção da natureza.

O artífice do Nobel Alternativo afirmou que a crise alimentícia mundial é um “apelo de alerta” à comunidade internacional, ao fim do segundo congresso do conselho, que engloba cientistas, políticos e acadêmicos de todo o mundo.

Fundado há agora um ano, o World Future Council, com sede em Hamburgo (noroeste da Alemanha), é formado por especialistas internacionais e seu trabalho inclui buscar respostas à mudança climática e ao desenvolvimento sustentável das cidades e a agricultura.

“Não podemos continuar vivendo como se não houvesse amanhã. Sem uma mudança de perspectiva, não poderão se alimentar as gerações futuras. Devemos assumir nossa responsabilidade”, afirmou.

Jakob von Uexküll afirmou que as leis ambientais “não são de esquerda nem de direitas” e pediu à 9ª Conferência das Partes (COP9) da Convenção de Diversidade Biológica da ONU, realizada em Bonn até o dia 30, a “fundar novas alianças”.

A Conferência das Partes é o órgão máximo da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), primeiro acordo mundial que aborda integralmente todos os aspectos da biodiversidade, desde recursos genéticos até espécies e ecossistemas.

Fonte: Estadão Online





Modelo brasileiro de produção e uso de bioenergia deve ser seguido, afirma diretor da ONU

23 05 2008

A forma como o Brasil desenvolve e usa os biocombustíveis deve ser seguida por outros países, na avaliação do diretor-geral da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Onudi), Kandeh Yumkella. Natural de Serra Leoa, ele atua na sede da Onudi em Viena, na Áustria, e passou quatro dias em Foz do Iguaçu para participar do Fórum Global de Energias Renováveis.

Em entrevista à Agência Brasil, Yumkella disse que é preciso ter cuidado para não generalizar a análise sobre os efeitos dos biocombustíveis na produção de alimentos. Segundo ele, cada país deve observar a sua realidade, levando em conta a sustentabilidade da produção de alimentos.

“Esse é o tipo de diálogo aberto que devemos ter, em vez de acreditar que todas as formas de bioenergia são ruins, que é um perigo para a comida, não é verdade”, disse. Ele acredita que exista relação entre a produção de bioenergia e o preço dos alimentos, mas afirma que o Brasil encontrou formas de fazer um balanço entre os estoques e a produção de combustíveis, além de prestar atenção nos impactos ambientais.

“Este é o modelo para o qual devemos olhar. Vocês sempre investiram em produção de alimentos e agronegócios ao mesmo tempo em que estavam desenvolvendo o setor de bioenergia. O modelo de vocês foi muito eficaz”, afirma.

Para Yumkella, o Brasil pode ajudar outros países com experiência e treinamento na área de energias renováveis e o conhecimento brasileiro neste setor poderia ser explorado economicamente. “O Brasil deveria ver alguns países da América Latina e da África como lugares nos quais é possível aplicar algumas dessas idéias comercialmente”, disse.

Yumkella disse que saiu “inspirado e encorajado” do Fórum Global de Energias Renováveis, por ver que existem muitas possibilidades e que vários países já têm planos nesta área. Ele defende, no entanto, que os governos invistam mais neste setor para que as pesquisas sejam melhor desenvolvidas e, em conseqüência, haja uma redução nos preços.

Ele destacou a forma como o Brasil integra a produção de energias renováveis com a comunidade agrícola e disse que os investimentos feitos para o desenvolvimento do etanol poderiam ser estendidos para outras fontes, como a biomassa.

Fonte: Agência Brasil