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* Terça-feira, 22 de abril de 2008 *

Mapa digital reúne 800 dados municipais
Ferramenta do Ministério das Cidades traz desde resultado de eleições até indicadores sociais, econômicos, financeiros e administrativos

Prêmio ODM abrange de Aids a mata ciliar
Concurso de iniciativas em prol dos Objetivos do Milênio escolhe 20 projetos em áreas como saúde, mercado de trabalho e meio ambiente

Entidades se unem por software público
Ministérios, empresas de informática, PNUD e universidade assinam acordo para estimular programas que atendam interesses sociais

Servidor do Recife faz curso contra racismo
Capital pernambucana ofereceu capacitação a 705 funcionários de áreas como educação e saúde, para que combatam discriminação.

Com soluções simples, 37 municípios brasileiros oferecem ensino fundamental público de boa qualidade ou, pelo menos, muito melhor do que seria de se esperar, dadas as condições de pobreza da população e a falta de recursos. A lista foi elaborada pelo Ministério da Educação (MEC) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

As cidades não são as que têm o mais alto Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), indicador que orienta o plano do governo com metas de qualidade até 2021. Entraram na lista os municípios que, apesar das condições socioeconômicas desfavoráveis, oferecem ensino bom o suficiente para ficar acima da média nacional no Ideb.

Em outras palavras, o estudo premia o milagre do bom senso. Afinal, essas redes municipais fazem o que deveria ser a regra em toda escola pública: focar na aprendizagem do aluno. O resultado é certeiro: onde tudo gira em torno da obsessão de que os estudantes aprendam… não é que isso acontece?

O estudo “Redes de aprendizagem” buscou responder à seguinte questão: O que essa rede faz para garantir o direito de aprender?

O governo e o Unicef querem que a experiência sirva de exemplo para o resto do país. Em comum, as 37 redes municipais têm dez pontos: foco na aprendizagem, atuação como rede, planejamento, avaliação, perfil do professor, formação do corpo docente, valorização da leitura, atenção individual ao aluno, atividades complementares e parcerias.

Fonte: blog “Educação à Brasileira”, de Demétrius Weber, no O Globo Online. | Veja aqui a relação das cidades.

O que era interesse de poucos virou preocupação de muitos e a área ambiental deixou de ser especialidade para se tornar curso de graduação. Desde o ano 2000, o crescimento no número de cursos com esse perfil no País foi de 822%. A quantidade de alunos pulou de cerca de mil para mais de 10 mil nesse período. E os formandos em busca de emprego em áreas como Gestão Ambiental, Controle Ambiental e Saneamento Ambiental, que sequer existiam há oito anos, já passam dos 2.200.

Segundo o levantamento do Ministério da Educação (MEC), feito a pedido da reportagem, as vagas em vestibulares em 11 cursos da área cresceram mais de 1.000% desde 2000. Os números mais recentes são de 2006 e mostram 8.377 vagas em universidades públicas e particulares no País. Em 2000, eram 732.

Muitos dos cursos ambientais surgiram dentro da nova modalidade de graduação, os cursos tecnológicos, com formação mais rápida (em menos de quatro anos), menos acadêmica e voltada para o mercado de trabalho. Além da criação de novos cursos, os que já existiam foram reestruturados e até mudaram de nome para atender as demandas ambientais recentes.

Fonte: Yahoo Brasil


Fonte: PNUD Brasil

Análise indica que programa deixou pobres menos pobres e diminuiu desigualdade, mas teve pouco impacto na desnutrição e na vacinação.

Leia aqui matéria completa.

Fonte: Estadão Online

O Brasil comemorou, com alguma cautela, a classificação como lanterninha do grupo dos países com alto índice de desenvolvimento humano, mas se entre os critérios para o IDH estivesse o de percentual de domicílios atendidos por rede de esgotos, o desempenho teria sido muito pior.

O saneamento básico é um dos indicadores em que o Brasil apresenta algumas das maiores disparidades regionais, de acordo com o Índice de Desenvolvimento Social (IDS), elaborado pela Secretaria de Assuntos Econômicos do BNDES. Pelo IDS, o Brasil estaria na ponta inferior da faixa de desenvolvimento médio (com 0,58 contra 0,80 obtido no IDH), considerando-se dados de 2005.

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Fonte: Agência Brasil

Brasília - A maior vontade política no plano nacional e a ajuda internacional são apontados pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como elementos essenciais para que os países consolidem estruturas educacionais qualificadas até 2.015. O alerta é um dos pontos do Relatório de Monitoramento Global do Educação para Todos (EPT), lançado pela entidade.

O documento diz que “as políticas de educação devem priorizar a integração, a alfabetização, a qualidade, o desenvolvimento de capacidades e os financiamentos.” Segundo a Unesco, aos governos nacionais caberia aumentar o número de salas e de professores nas escolas, ajudar financeiramente crianças de famílias mais pobres, organizar modelos flexíveis de ensino, mais adequados aos jovens que trabalham, e dar máxima prioridade à alfabetização de adultos.

Como meios para atingir os objetivos, o relatório sugere “fomentar as associações construtivas entre o estado e o setor não governamental” e o fortalecimento da capacidade de gestão em todos os níveis da administração estatal.

O programa do governo brasileiro “Bolsa Família” é citado no documento como “o mais importante dos programas de transferências [de renda] de todos os países em desenvolvimento”, por atender 46 milhões de pessoas, dentre elas 16 milhões de crianças beneficiadas por subsídios vinculados à presença nas escolas.

A Unesco faz um apelo a países doadores de recursos e organizações internacionais para que se atinja até 2010 investimentos externos anuais de US$ 11 bilhões na educação das nações mais pobres, com a destinação de mais recursos ao ensino básico. “A ajuda à educação não tem se centrado nos países mais necessitados e, além disso, só dedica um parte mínima à educação de primeira infância e aos programas de alfabetização”.

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Curso de informática inaugurado pela Secretaria de Assitência Social em Paranaiba (MS).

Fonte: O Globo Online

Em busca da independência financeira, eles partem para a guerra fiscal. Ao mesmo tempo, caminham para ter um sistema de ensino próprio - mas menos da metade dos 5.564 municípios brasileiros consegue ter autonomia na área de educação. No quesito segurança pública, a maioria também deixa a desejar. Menos de um terço possui estrutura neste segmento e apenas 14,1% contam com o auxílio da guarda municipal - que, por sua vez, apresenta um baixo índice de treinamento. É o que mostra a sexta edição da pesquisa Perfil dos Municípios Brasileiros - Gestão Pública 2006 (Munic), divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ainda segundo o instituto, as prefeituras estão cada vez mais informatizadas e mais da metade realiza políticas de inclusão digital. Outro destaque é o aumento no número de funcionários contratados pelos municípios, assim como a opção por regimes de trabalho mais flexíveis - como cargos comissionados e sem vínculo permanente.

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