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A ativação da usina nuclear Angra III, com previsão de operação para maio de 2014, será um dos maiores investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento no Estado do Rio de Janeiro (PAC-Rio). O projeto tem causado diversas reações, entre elas protestos do movimento Greenpeace.
O grupo ambientalista divulgou, dia 17 de março, um relatório chamado “Elefante branco: os verdadeiros custos da energia nuclear”, no qual critica a retomada da usina alegando ser economicamente inviável. O documento revela que Angra III custará, além dos R$ 7,2 bilhões oficialmente divulgados pelo governo, pelo menos mais R$ 2,372 bilhões por conta dos juros sobre o capital imobilizado para a obra.
Já a Associação Brasileira para o Desenvolvimento das Atividades Nucleares (Abdan) afirma que o retorno do investimento será aceitável e reforça que o maior benefício é a garantia do fornecimento de energia e o fim do risco de um apagão de conseqüências muito maiores para toda a sociedade.
Fonte: Boletim Olhar Virtual - UFRJ | Leia aqui a matéria completa.

Nesta sexta, dia 4 de abril, o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, o Secretário de Estado de Saúde e Defesa Civil, Sergio Cortes, os Secretários Municipais de Saúde das Regiões Metropolitanas e representantes da sociedade civil se reúnem na UERJ para discutir medidas de combate ao Aedes Aegypti, o mosquito transmissor do vírus da dengue. Das 14h às 18h30, no Teatro Odylo Costa, filho.
A iniciativa de movimentos sociais, conselheiros de saúde, Ongs e do governo federal tem o objetivo de mostrar as medidas que estão sendo realizadas e definir o trabalho do movimento União contra a dengue. A intenção é criar uma ação permanente da sociedade para eliminar os focos do mosquito e prevenir futuras epidemias.
“Se as pessoas não se mobilizarem nessa luta, não iremos muito longe. O trabalho participativo dos comitês populares é muito importante para a prevenção da dengue, especialmente na eliminação dos focos dos mosquitos e na identificação precoce dos sintomas de quem está contaminado. Quanto mais rápido agirmos, menos mortes teremos”, afirma Ana Maria Costa, diretora do Departamento de Apoio à Gestão Participativa do Ministério da Saúde, que participa do encontro na capital.
O evento acontece na UERJ, no Teatro Odylo Costa, filho - Rua São Francisco Xavier, n° 524, Maracanã – Rio de Janeiro - RJ.
Confira a programação:
14h às 15h30 – Manifestação de autoridades e lideranças sociais:
A Epidemia de Dengue no Rio de Janeiro: a União faz a Força,
Convidados: Ministro da Saúde, José Gomes Temporão; Secretário Estadual de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes; representante dos Secretários Municipais da Reg. Metropolitana, representante do Cosems-RJ, representante do Conselho Estadual de Saúde, representante da Comissão Metropolitana, representante da Comissão Organização e Mobilização: União Contra a Dengue.
15h30 - Lanche
16h às 16h30 – Apresentação da coordenação do Gabinete de combate à epidemia sobre o panorama da situação da dengue no Estado com ênfase na Região Metropolitana, evidenciando as medidas que estão sendo executadas ressaltando os compromissos:
- Estratégias de fortalecimento da Atenção Básica, incluindo a contratação imediata de Agentes Comunitários de Saúde;
- Comunicação Permanente e a produção de boletins periódicos em linguagem de fácil comunicação com dados por territórios/ regiões
16h30 às 18h30 - Construção de Agenda de Compromissos, sob a coordenação da Comissão de Coordenação e Mobilização União contra a Dengue.
- Lançamento dos Comitês Populares de combate à Dengue
- Articulação de estratégias para a ampliação da mobilização permanente e realização das atividades até a redução total dos riscos.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Ministério da Saúde

A fiscalização das autoridades federais e do Pará nas madeireiras de Tailândia (235 quilômetros ao sul de Belém) desde o início do mês e a ocupação da cidade no início da semana passada por uma força de 300 homens da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança causaram a maior crise econômica e social da história da cidade, que em maio completa 30 anos.
Três mil pessoas foram demitidas e outro tanto deverá ser dispensado também. Mas há saídas. Todas dentro da legalidade. Quem aponta as alternativas são as pessoas que já estiveram ou ainda estão envolvidas com a atividade madeireira. Começa a se forjar uma nova mentalidade empresarial entre pessoas que chegaram à cidade quando ela ainda tinha umas poucas casas, lá se fixaram e fizeram fortuna, principalmente com a atividade madeireira.
Uma dessas novas mentalidades é a de Massao Ozaki, de 52 anos, formado em Administração de Empresas por uma faculdade do Paraná, que chegou a Tailândia com a roupa do corpo em 1988. Massao “tocou madeireira” até 1992. “Ganhei muito dinheiro”, conta. “Também perdi muito, porque me meti na política e acabei me quebrando.” Desde então, Massao saiu atrás de alternativas.
Na cidade, iniciou a construção de um hotel. Na setor rural, deu a partida a um projeto de plantio de pimenta-do-reino. Mais recentemente, começou a plantar a palmeira do dendê.
A lavoura já está com dois anos e meio e começa a frutificar. A primeira safra será colhida neste ano. Mais importante, ele fechou contrato com as distribuidoras da região e vendeu as safras dos próximos 25 anos. “O dendê é o futuro”, diz.
Massao plantou dendê em 100 hectares. A produtividade média da palmeira é de 25 toneladas por hectare e o preço, no momento, é de R$ 170 por tonelada, o que vai dar R$ 425 mil por ano. Levando-se em conta que o custo de produção é de 50%, ele terá lucro líquido de R$ 212,5 mil.
“Aqui em Tailândia não há nada mais lucrativo do que uma madeireira. A não ser uma mina de ouro ou de diamantes”, diz sem nenhum receio de errar o empresário Edson Schmidt, sócio do pai, Nestor, na Madeireira Cimatal, uma das pioneiras da cidade. “Mas é preciso buscar a diversificação, porque a madeira começa a escassear.” Foi por isso que, há dois anos, Nestor, um gaúcho de 67 anos, chamou os filhos e disse que não serraria mais. “Estava muito difícil encontrar a madeira certificada.” Ele já começou a procurar alternativas.
Pai e filho têm três fazendas que totalizam 6 mil hectares. Até agora estavam sendo preservadas para a extração de madeira. Mas, neste ano, eles vão pedir autorização para desmatar 20%, a área de corte regulamentada pelo Código Florestal. Vão criar gado, plantar mandioca - que tem mercado garantido - e trabalhar com o setor de sucos. Leia abaixo um pouco da história de Massao e Nestor, ambos filhos de migrantes, um de japoneses, outro de alemães. Ambos são exemplos de que é possível viver da floresta sem destruí-la.
Fonte: João Domingos / O Estado de S. Paulo

O salário mínimo do país deve subir neste sábado, dia 1º, para R$ 412,40. O aumento representa uma elevação de 8,5% em relação aos atuais R$ 380. O salário passa a vigorar em março, para recebimento em abril.
Fonte: UOL Notícias | Clique aqui para ler a matéria completa.

Programa do governo pretende implantar ações conjuntas entre ministérios para beneficiar 2 milhões de famílias pobres em 2008.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou, nesta segunda-feira, um programa que pretende pôr em prática 135 ações, que envolvem 15 ministérios, para tentar reduzir a desigualdade no Brasil. A iniciativa, que prevê gastos de R$ 11,3 bilhões neste ano, deve beneficiar em 2008 mais de 2 milhões de famílias de agricultores, assentados, quilombolas, indígenas e pescadores em 958 municípios, segundo o governo federal.
Fonte: PNUD Brasil | Clique aqui para ler a matéria completa.

Para tentar provar que investir em um meio ambiente sustentável pode ser um grande negócio, a Organização das Nações Unidas (ONU) reúne até sexta-feira (22), em Mônaco, ministros de Estado, cientistas, ambientalistas e empresários de mais de cem países. A conferência ”Mobilizando Finanças contra o Aquecimento Global”, a maior já patrocinada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnue) desde a Conferência do Clima, em Bali, em dezembro, vai tentar traçar o custo financeiro daquela que vem sendo chamada “low carbon society”.
A idéia da sociedade de “economia verde” ganhou impulso desde a realização do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), no ano passado. De acordo com a comunidade científica, os governos precisarão gastar entre 0,2% e 3% do PIB mundial para estabilizar as emissões de gases causadores do aquecimento global até 2030 - algo entre US$ 44,6 bilhões e US$ 89,2 bilhões por ano, segundo números do Banco Mundial.
O raciocínio da conferência é demonstrar que reduzir emissões de gás carbônico, controlar o uso de poluentes químicos e investir em energias renováveis é, mais do que uma proposta ambientalista, uma oportunidade de negócios. “Bilhões de dólares estão sendo investidos em fontes renováveis de energia e centenas de instituições com orçamento de trilhões de dólares estão endossando investimentos que refletem as preocupações governamentais e sociais”, diz Achim Steiner, subsecretário-geral da ONU. O Brasil será representado pelo secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco.
Fonte: Folha Online

A cidade de São Paulo está prestes a ser a protagonista de uma grande transformação para a gestão pública brasileira. Em 12 de fevereiro, a Câmara Municipal aprovou o projeto de emenda à Lei Orgânica do Município (PLO 08/07) que compromete os sucessivos prefeitos a apresentarem um programa detalhado de governo com metas claras e prestação de contas semestral.
Fonte: Instituto Pólis | Clique aqui para ler a matéria completa.

O governo da Nova Zelândia anunciou nesta terça-feira (12), medidas no setor energético para conseguir seu objetivo de reduzir drasticamente a emissão de gases que causam o efeito estufa, informou o jornal local The New Zealand Herald.
As duas principais medidas são a diminuição das emissões de gases por parte do transporte comercial e uma legislação para que em 2012 os biocombustíveis respondam por pelo menos 3,4% dos combustíveis utilizados no país.
A primeira-ministra neozelandesa, Helen Clark, declarou no Parlamento que seu país “tem de se transformar em parte da solução para o maior problema do mundo e não ser um dos últimos a responder”.
Helen se referiu à campanha que ocorre na Europa e na qual os consumidores adquirem produtos locais para evitar a emissão de gases provocada pelo transporte de mercadorias procedentes de pontos distantes.
A Nova Zelândia estipulou como objetivo eliminar totalmente em 2040 a emissão de gases do efeito estufa no setor do transporte, e na indústria elétrica em 2025.
Fonte: Estadão Online

Enquanto autoridades do setor agrícola responsabilizam a extração ilegal de madeira pela maior parte dos desmatamentos recentes na Amazônia, representantes de organizações não-governamentais (ONGs) que atuam na região repudiam a tese, apesar de admitirem os efeitos danosos da atividade madeireira.
“Não vamos ser inocentes em falar que o setor madeireiro não tem culpa, mas o desmatamento é fruto, sobretudo, do setor agrícola e pecuário. Não há dúvida nisso”, afirmou na terça-feira (12) o coordenador do programa de apoio ao desenvolvimento sustentável da WWF, Mauro Armelin.
Segundo ele, a extração ilegal de madeira é responsável pela degradação de algumas áreas, ao retirar da floresta toras de alto valor econômico, como o mogno, em um processo chamado de garimpagem florestal. “A floresta perde interesse para manejo e, em seguida, vêm a pecuária, a devastação total, a retirada da floresta e o corte raso”, explicou.
O diretor do programa Amazônia da ONG Conservação Internacional do Brasil, Adrian Garda, também descreve um ciclo de desmatamento no norte de Mato Grosso e no sul do Pará, que começaria pela exploração de madeira, ilegal ou não, e seguiria com a pecuária e o plantio de soja.
Garda ressaltou, entretanto, que nas regiões onde mais aumentou o desmatamento em 2007 já existem fronteiras consolidadas de exploração madeireira. E a pecuária, ao contrário, estaria em ritmo de expansão no Pará , assim como o cultivo de soja, em Mato Grosso, ambos impulsionados por preços internacionais favoráveis.
“Não houve mudança no mercado mundial de madeira, mas houve no mercado de commodities para soja e pecuária, o que leva a crer que a principal causa (do desmatamento recente) é essa”, argumentou.
Fonte: Agência Brasil

O presidente interino do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Bazileu Margarido, reconheceu que as obras do Programa da Aceleração do Crescimento (PAC) podem ser consideradas fatores de pressão sobre o desmatamento na Amazônia. “Estamos trabalhando e empenhando um esforço muito grande para que isso não aconteça”, afirmou.
Fonte: Agência Brasil | Leia aqui a matéria completa.
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COMENTÁRIO
A notícia acima postada, provinda da agência governamental de notícias, permaneceu 10 horas com o título descrito, até ser modificada, inclusive no seu conteúdo, de forma a abrandar a afirmação feita pelo presidente interino do IBAMA. Na nova redação, exclue-se as afirmações referentes aos efeitos do PAC sobre o desmatamento.
O atual governo torna notório, com tal atitude, a dissimulação de informações, procurando encobrir a verdade dos fatos e a livre opinião de um cidadão que, investido temporariamente de uma importante função executiva ligada ao meio ambiente, optou por revelar sua honesta opinião sobre as políticas e as obras que, por seu caráter “emergencial” (ao menos em nível político), engedra sérios efeitos sobre eventos como o desmatamento, principalmente o que é realizado na Amazônia legal.
A transparência das ações do governo e sua real intenção de reverter o quadro de degradação ambiental que vive o país não podem prescindir do direito de expressão, seja do presidente do IBAMA ou de que órgão for, muito menos de tentar encobrir a realidade, editando os fatos como se a população e os movimentos ambientalistas fossem cegos ao que vem acontecendo.
O que a Amazônia precisa é de atos legais que impeçam, seja o PAC ou o agronegócio, de provocar danos ambientais ao país. E o governo deve ser o principal indutor de tais atos, deixando de lado qualquer atitude dúbia ou refratária à questão.

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes (foto), admitiu no último dia 15/1 que há derrubada de floresta amazônica para uso como pasto, reconheceu que o governo trata do tema somente “em tese”, disse que está preocupado e torceu para que o rebanho que come a floresta não se destine ao aumento das exportações brasileiras. “Já tinha enviado uma equipe de técnicos do ministério para a região, tenho mais de 250 fotos que não vou divulgar”.
O outro lado disso é que a abertura da região se deu há 30 anos. Ainda estão derrubando, mas é pouca coisa. A gente tenta segurar esse processo”, afirmou o ministro. Stephanes só conheceu alguns detalhes do problema ao ler reportagem da Folha de domingo: terra barata e crédito de bancos oficiais estimulam o avanço cada vez maior da pecuária.
Fonte: Ambiente Brasil | Leia aqui a matéria completa.

Em criminologia, não existe “resolver”, mas sim “reduzir os riscos”, e essa redução depende do desenvolvimento de políticas públicas direcionadas. A explicação é do pesquisador Gláucio Ary Dillon Soares (foto), do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), que participou do último debate da série sobre violência realizada na Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro. Segundo ele, não existem medidas miraculosas capazes de resolver o problema da violência. “Se uma medida levar à redução de 10% nas estatísticas, isso significa milhares de vidas salvas. Esse é o conceito de risco”, disse.
Fonte: ComunidadeSegura.org | Leia aqui matéria completa.

Com a recente derrota do governo Lula no Senado, onde caiu ontem à noite a prorrogação do “imposto do cheque”, fica a dúvida sobre o que de bom ou de ruim isso ocasionará ao país. Digo ao país, porque no final das contas o que interessa são os reflexos e possíveis impactos que tal decisão acarreta à população.
Lendo os diversos blogs sobre política, entre os principais jornais online do país, fica a impressão de que, conforme o enfoque adotado por esta ou aquela linha editorial, poderemos ter mais impactos negativos do que positivos no final da estória. Afinal, sem os R$40 bilhões a mais em 2008, a tendência é que o governo procure “compensar” tal perda de arrecadação com aumento da carga tributária, ou outros meios que, invariavelmente, acabam por impactar mais na população e no setor produtivo.
O que não pode é que bravatas entre governo e oposição sejam pagas pelo povo, este eterno esquecido quando os egos no planalto central se exaltam acima da responsabilidade dos cargos que ocupam.
Importantes políticas públicas precisam continuar na pauta , desde ou de qualquer governo, e é preciso muita coerência de todos os políticos em geral na condução de suas atividades, uma vez que o Brasil se encontra num cenário favorável de desenvolvimento e precisa, mais do que nunca, de equilíbrio e boa gestão para crescer e, conseqüentemente, ajudar a diminuir as desigualdades sociais.
Aos prezados leitores, peço que deixem seus comentários sobre este assunto.

Fonte: G1.com.br
A crise política boliviana representa um risco muito maior ao Brasil do que a da Venezuela. O motivo: a dependência do Brasil do gás produzido no país de Evo Morales.
Para o doutor em ciência política pela USP, Gunther Rudzit, as crises na Bolívia e na Venezuela têm uma grande semelhança: ambas foram motivadas por decisões de governos neopopulistas que buscam mudar as estruturas jurídicas de seus países na construção de um regime dito socialista, sempre se apoiando no alto preço do petróleo no mercado internacional e no voto das classes mais pobres.
Leia aqui a matéria completa.

Fonte: Agência Brasil
Brasília - A maior vontade política no plano nacional e a ajuda internacional são apontados pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como elementos essenciais para que os países consolidem estruturas educacionais qualificadas até 2.015. O alerta é um dos pontos do Relatório de Monitoramento Global do Educação para Todos (EPT), lançado pela entidade.
O documento diz que “as políticas de educação devem priorizar a integração, a alfabetização, a qualidade, o desenvolvimento de capacidades e os financiamentos.” Segundo a Unesco, aos governos nacionais caberia aumentar o número de salas e de professores nas escolas, ajudar financeiramente crianças de famílias mais pobres, organizar modelos flexíveis de ensino, mais adequados aos jovens que trabalham, e dar máxima prioridade à alfabetização de adultos.
Como meios para atingir os objetivos, o relatório sugere “fomentar as associações construtivas entre o estado e o setor não governamental” e o fortalecimento da capacidade de gestão em todos os níveis da administração estatal.
O programa do governo brasileiro “Bolsa Família” é citado no documento como “o mais importante dos programas de transferências [de renda] de todos os países em desenvolvimento”, por atender 46 milhões de pessoas, dentre elas 16 milhões de crianças beneficiadas por subsídios vinculados à presença nas escolas.
A Unesco faz um apelo a países doadores de recursos e organizações internacionais para que se atinja até 2010 investimentos externos anuais de US$ 11 bilhões na educação das nações mais pobres, com a destinação de mais recursos ao ensino básico. “A ajuda à educação não tem se centrado nos países mais necessitados e, além disso, só dedica um parte mínima à educação de primeira infância e aos programas de alfabetização”.
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Os custos do transporte fluvial de etanol são oito vezes menores quando comparados aos do transporte rodoviário. Essa é a conclusão do trabalho de mestrado do pesquisador Newton Narciso Pereira, apresentado na Escola Politécnica (Poli) da USP.
No trabalho, Newton comparou os custos e o impacto ambiental desses dois meios de transporte. Além do custo mais baixo, o transporte fluvial polui três vezes menos.
Fonte: Agência Brasil
O Ministério do Meio Ambiente pretende investir em ações de infra-estrutura para melhorar a região Amazônica. Os projetos estão propostos no PAS - Plano Amazônia Sustentável que, de acordo o secretário-executivo do Ministério do Meio ambiente, João Paulo Capobianco, é um “pacto” pela região.
“O PAS não é um plano federal. Ele é um plano para a Amazônia que envolve o governo federal, os governos estaduais e também outros entes da sociedade e o setor empresarial. Portanto, é um pacto pela Amazônia, que deve contar com investimentos, atividades, projetos e ações dos governos federal, estaduais, municipais e de toda a sociedade”, avaliou Capobianco que participou nesta quarta-feira (21) do Simpósio Amazônia e Desenvolvimento Nacional, promovido pela Câmara dos Deputados.
Entre as ações previstas para melhorar a infra-estrutura da região, está o investimento nas rodovias BR-163 e BR-230, a ampliação da ferrovia norte-sul e a implantação do gasoduto Urucu-Porto Velho. Em relação à regularização fundiária, o PAS irá legitimar as posses rurais em áreas de até 100 hectares. A coordenação do plano envolve a Casa Civil e os ministérios da Integração Nacional, do Meio Ambiente e do Planejamento.
Segundo dados do ministério, o desmatamento de área florestal na Amazônia em 2006 registrou o menor índice desde 1988, ano em que o controle foi implantado.
O intuito é fazer com que as taxas de desmatamento continuem caindo, graças ao aumento de áreas protegidas, como as zonas de preservação florestal, terras indígenas, quilombos e zonas de domínio militar. Essas áreas correspondem atualmente a 40% do território da Amazônia. O Simpósio Amazônia e Desenvolvimento Nacional será realizado até a próxima sexta-feira (23), em Brasília.
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Fonte: Agência Brasil
BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou hoje que reajustará em 20%, a partir de março, o valor das bolsas de mestrado e doutorado. A medida faz parte do Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional, lançado hoje (20) pelo governo no Palácio do Planalto.
Outra medida anunciada pelo presidente Lula é a ampliação do número total de bolsas concedidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) até 2010.

Cientistas políticos dizem que as mudanças dos comandos partidários ajudam a ampliar o descrédito na classe política pela forma como acontecem.
Fonte: Jornal O Povo (CE)

Fonte: Lisandra Paraguassú / Estadao.com.br
O zoneamento ambiental da cana-de-açúcar vai proibir o cultivo da planta na Região Amazônica e no Pantanal. O trabalho de zoneamento fica pronto em junho do ano que vem. A decisão, tomada na semana passada, foi o desfecho para o mais recente embate enfrentado pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, depois que o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, admitiu a possibilidade da cultura da cana-de-açúcar nas áreas degradadas da Amazônia.
O veto foi uma decisão pragmática do governo. Ao mesmo tempo em que o aumento da produção de etanol é um dos projetos mais caros ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ameaça de que, pela primeira vez em três anos, o desmatamento na Amazônia pode ter voltado a crescer, assusta a quem tenta vender a idéia do Brasil como um País ecologicamente correto.

Por Débora Yuri (Prima Pagina)
Um estudo feito por uma rede de universidades brasileiras aponta que o Brasil ainda não cumpriu a meta da ONU de reduzir pela metade, em relação a 1990, a porcentagem de pessoas que vivem em extrema pobreza, embora deva atingi-la até 2015 — prazo estipulado nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Além disso, o trabalho indica que o país ficará aquém da meta do governo federal de diminuir o indicador a um quarto no mesmo período. As duas conclusões diferem da de outro relatório, lançado em agosto pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), segundo o qual o país alcançou a meta da ONU já em 2005 e deve superar a do governo federal neste ano ou no ano que vem.
Leia a matéria completa aqui.

Fonte: JB Online
A Subcomissão Permanente dos Biocombustíveis realizou uma audiência pública no Senado, nesta quinta-feira, dia 18, a fim de debater políticas públicas para o etanol. Antônio de Pádua Rodrigues, diretor técnico da Unica - União da Agroindústria Canavieira de São Paulo, afirmou que o governo precisa de uma “definição clara da participação do álcool (em termos de percentagem) na matriz energética brasileira, para que não haja um desastre nesse mercado”.
Para ele, a definição tem de ser dada e não será o mercado quem fará isso. Rodrigues também disse que, atualmente, a “velocidade da oferta de etanol é maior do que a projeção da demanda, o que poderá levar a um ciclo não virtuoso de queda de remuneração e desaceleração de investimentos”.
“Vivemos uma euforia de expansão sem que haja um mercado estruturado”, frisou ele.
Durante a audiência, os senadores Marisa Serrano (PSDB) e Valter Pereira (PMDB), ambos de Mato Grosso do Sul, estado que vem expandindo sua produção alcooleira, também manifestaram preocupação com um eventual excesso na oferta de etanol.
A solução para esse problema, de acordo com Rodrigues, está na ampliação do mercado e na otimização da infra-estrutura - o que se viabilizaria por meio da participação do governo federal.

O filme “Tropa de Elite” tem o mérito de mostrar a corrupção policial e o demérito de celebrar a violência extrema. Navega no fio de uma navalha, respingando sangue para todos os lados. Seus expectadores parecem gostar, porém, não é ainda possível avaliar a real repercussão.
Por Luís Carlos Lopes - colunista do Carta Maior
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Por Assessoria de Comunicação - MCidades
O governo Federal realiza mais um leilão do Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social (PSH) no dia 6 de novembro. Os bancos, companhias habitacionais e cooperativas de crédito que oferecerem melhores condições de atendimento e menores taxas vão administrar os R$ 300 milhões do PSH para a construção de casas. Serão beneficiadas cerca de 46 mil famílias com renda mensal de até três salários mínimos. A medida foi formalizada por meio de portaria interministerial, disponível aqui.
A distribuição das unidades habitacioanais será feita de acordo com a localidade dos beneficiários. Serão firmados 24,5 mil contratos em muncípios da área rural, seis mil em cidades de regiões metropolitanas, 2,5 mil nas regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro e 12,8 mil nos demais municípios. “Além desse critério, o repasse de recursos vai considerar o déficit habitacional em cada estado, de acordo com estudo da Fundação João Pinheiro.
As famílias atendidas são selecionadas pelos governos municipais ou estaduais, que atuam como parceiros do PSH. “Em geral, os governos locais entram com o terreno onde as casas são construídas ou destinam mais recursos para complementar o subsídio federal”, explica a secretária nacional de Habitação, Inês Magalhães. Desde 2003, O PSH destinou R$ 1 bilhão para a construção de 171,5 mil moradias.

Por Boletim PNUD Brasil
Programa de Alagoas inicialmente voltado a postos e hospitais deve expandir interligação de dados e abranger educação e segurança
O sistema público de saúde de Alagoas deve começar a receber, no mês que vem, uma rede digital que permite interligar dados de secretarias municipais, postos de saúde e hospitais e implantar prontuários médicos virtuais — em que as informações sobre os pacientes possam ser acessadas a partir de computadores instalados nessas instituições. A idéia é que esse seja o primeiro passo de um projeto que pretende modernizar a comunicação digital dos órgãos públicos das áreas de saúde, educação e segurança pública e criar telecentros para a população usar computadores e a internet.
Leia matéria completa aqui.

Fonte: Gazeta Mercantil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou no dia 06 de agosto que em breve vai anunciar uma série de projetos de infra-estrutura em todo o Brasil. Segundo Lula, os investimentos serão destinados a obras em estradas, ferrovias, gasodutos, portos, aeroportos. “Quando eu voltar desta viagem pela América Central, nós vamos começar a anunciar as obras. Vamos fazer deste país um verdadeiro canteiro de obras”, disse ele em seu programa semanal de rádio “Café com o Presidente”.
Além do setor de transportes, o presidente disse que importantes investimentos também serão feitos na área social, algo que, segundo ele, não tem ocorrido porque “na cabeça de muitos políticos brasileiros não dá voto”. “Para fazer saneamento básico, tem que cavar um buraco, enfiar o tubo e tapar o buraco. Ou seja, significa que é uma obra que você não pode colocar uma placa, você não pode colocar o nome de um parente”, disse.
O presidente também reforçou que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) vai respeitar critérios técnicos e não partidários. “Eu quero saber se aquela cidade tem as condições técnicas que permitem que este dinheiro seja aplicado. Ou seja, nós olhamos para a cara da população, para as necessidades da população e aí, se tiver o problema, recebe o dinheiro”, disse.
Lula afirmou que os brasileiros serão beneficiados com os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a curto e médio prazo, referindo-se, principalmente, às obras de saneamento e urbanização de favelas, que ganharam mais recursos na última sexta-feira. Dos R$ 504 bilhões que serão investidos pelo PAC, R$ 106 bilhões serão aplicados em habitação e R$ 40 bilhões em saneamento básico.
De acordo com o presidente, já houve acordo com prefeitos e governadores, que assinaram um protocolo com o governo, no qual foi dado prioridade às regiões metropolitanas dos grandes centros urbanos brasileiros, onde “está o maior problema de degradação da moradia, degradação da estrutura familiar”, avaliou.
Apenas os governadores do Paraná e Rio Grande do Sul não assinaram o protocolo, o que ocorrerá após a viagem do presidente pela América Central.
A estimativa é de que as obras que foram anunciadas agora estejam licitadas até fevereiro e que até 2010 sejam investidos os R$ 40 bilhões.

BRASÍLIA - Com a presença de vários governadores, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta sexta-feira, no Palácio do Planalto, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nas áreas de habitação e saneamento para doze estados. Só a primeira fase do programa prevê a liberação de R$ 32 bilhões. Deste montante, R$ 6,788 bilhões já foram liberados. Durante a cerimônia, Lula disse que a área nunca fez parte da cultura política do país.
- Porque não há prefeito que consiga fazer uma homenagem a um parente em uma manilha, em um cano debaixo da terra. Nós poderemos mostrar um troféu infinitamente maior se fizermos a lição de casa no saneamento básico - disse.
Leia matéria completa no O Globo Online.
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Por Assessoria de Comunicação - Ministério das Cidades
O secretário Nacional de Programas Urbanos, Benny Schasberg, defendeu na manhã desta quinta-feira (26), em Florianópolis (SC), políticas de planejamento urbano para garantir o sucesso do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Durante o III Congresso Latino-americano de Cidades e Governos Locais, o secretário destacou a importância de se associar Estatuto da Cidade (Lei 10.257/2001) e planos diretores municipais aos investimentos do PAC de infra-estrutura urbana, que somam R$ 146 bilhões, destinados a obras de saneamento e urbanização de favelas.Segundo o secretário, o Estatuto da Cidade é importante para que haja cidades mais justas e um novo ciclo de desenvolvimento no Brasil. “Precisamos garantir o acesso à terra urbanizada para superar a exclusão social e assegurar o êxito dos investimentos do PAC”, afirmou Schasberg, durante o painel sobre “inclusão social no planejamento urbano participativo”.
O secretário disse ainda que é necessário superar o modelo “perverso de urbanização”, que causa o crescimento desordenado das cidades, “isolando camadas mais abastadas em condomínios fechados e deixando imensos vazios nos centros urbanos, onde há a infra-estrutura urbana”, disse.
Participaram do evento o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça, o prefeito da cidade argentina de San Miguel de Tucumán, Domingo Amaya, o prefeito da província peruana de Anta/Cusco, Wilbert Beltran, e o prefeito da cidade boliviana de Tarija, Oscar Montes.
Foto: FAPESP
Em entrevista exclusiva, Carlos Augusto Calil, Secretário Municipal da Cultura de São Paulo, rebate ataques do setor cultural e defende que o Estado precisa reassumir seu papel na elaboração de políticas públicas para a área.
Leia a entrevista no site Carta Maior.
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Fonte: Carta Maior - boletim de 12 de Março de 2007
Cerca de 70 entidades participaram neste fim de semana da edição paulista da Assembléia Popular (AP), iniciativa criada nacionalmente em 2005 e que pretende reorganizar as lutas populares e um projeto para o país a partir de diagnósticos e demandas locais.
Comentário:
Quando os movimentos sociais se organizam e lutam, reinvindicam, propõe, enfim, ocupam seu devido espaço na agenda pública, as chances de sucesso são maiores em direcionar as políticas públicas para as verdadeiras necessidades da população. Resta agora os políticos escutarem a voz das ruas e trabalhar para quem os elegeram.

