You are currently browsing the tag archive for the 'ONU' tag.
Violência mata 1 pessoa a cada 6 minutos
Taxas de homicídio e acidente de trânsito têm recuado, e as de suicídio estabilizam-se, mas governo considera quadro epidêmico.
30% das empresas expõem código de ética
Das 500 maiores empresas em faturamento que atuam no Brasil, 148 divulgam o documento em seu site nacional, aponta estudo.
Governo premia projetos pró-Bolsa Família
Concurso do Ministério do Desenvolvimento Social destacará ações de cidades e Estados para melhorar cadastro e fiscalização do programa.
Livro vai analisar transferência de renda
Publicação que está sendo preparada pelo Centro Internacional de Pobreza vai se debruçar sobre programas da América Latina e da África.
ONU ajuda a recuperar Chernobyl até 2016
No 22º aniversário do maior acidente nuclear da história, PNUD lança plano que atrela políticas de saúde e desenvolvimento econômico.

* Terça-feira, 22 de abril de 2008 *
Mapa digital reúne 800 dados municipais
Ferramenta do Ministério das Cidades traz desde resultado de eleições até indicadores sociais, econômicos, financeiros e administrativos
Prêmio ODM abrange de Aids a mata ciliar
Concurso de iniciativas em prol dos Objetivos do Milênio escolhe 20 projetos em áreas como saúde, mercado de trabalho e meio ambiente
Entidades se unem por software público
Ministérios, empresas de informática, PNUD e universidade assinam acordo para estimular programas que atendam interesses sociais
Servidor do Recife faz curso contra racismo
Capital pernambucana ofereceu capacitação a 705 funcionários de áreas como educação e saúde, para que combatam discriminação.

O ex-secretário-geral das Nações Unidas Kofi Annan fez um apelo neste sábado por mais investimentos aos governos para evitar a crise alimentar.
Para Annan, os atuais distúrbios em países como o Haiti se estenderão ainda por certo tempo, devido à alta dos preços do arroz, do trigo e do milho, por exemplo.
A demanda por produtos básicos para a produção de biocombustíveis e o preço do petróleo são os dois fatores principais que levaram à disparada dos preços, explicou Annan.
“Os governos devem se concentrar na agricultura e implantar políticas que apóiem o desenvolvimento rural. A agricultura também cria muitos postos de trabalho, e deveríamos ajudar os criadores de animais a aumentar sua produção”, disse Annan, que atualmente dirige a fundação Aliança para a Revolução Verde na África (AGRA).
“A curto e médio prazo, os problemas continuarão e os governos devem estar preparados e se organizar para ajudar, porque a pressão sobre os pobres vai crescer”, afirmou.
Fonte: Yahoo!

Plano prevê que a PNAD, balanço social divulgado anualmente, seja mesclada a pesquisa sobre emprego e investigue mais áreas no Brasil.
Fonte: PNUD Brasil | Clique aqui para ler a matéria completa.

Monitorar políticas públicas e cobrar para que os governos prestem contas são ações importantes para Objetivos do Milênio, diz PNUD.
Fonte: PNUD Brasil | Clique aqui para ler a matéria completa.

Dinheiro de países emergentes investido nos EUA poderia reduzir pobreza se ficasse com nações em desenvolvimento, diz estudo.
Fonte: PNUD Brasil - Boletim nº 487 - Terça-feira, 01 de abril de 2008 | Clique aqui para ler a matéria completa.

Estudo afirma que, no acesso à educação, a origem social influencia mais do que a raça, embora peso da discriminação seja relevante.
A desigualdade de acesso à educação entre negros e brancos no Brasil se deve mais à origem social do que à discriminação de cor. Entretanto, o preconceito também influencia a diferença. Essa é uma das conclusões de um estudo feito pelo Centro de Internacional de Pobreza, uma instituição de pesquisa do PNUD, resultado de parceria com o IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas).
Fonte: PNUD Brasil | Clique aqui para ler a matéria completa.

O jornal britânico Financial Times adverte em editorial publicado nesta terça-feira (27/2) que o progresso alcançado entre 1990 e 2005 no combate à fome, principalmente entre as crianças, está ameaçado pela alta do preço dos alimentos, impulsionada, entre outros fatores, pelos subsídios pagos à produção de biocombustível.
Segundo o FT, o preço de commodities como trigo, soja e milho duplicaram, ou até triplicaram nos últimos anos. “O resultado é pobreza - para milhões, a duplicação do preço significa escassez - e o aumento da desnutrição.”
“Enquanto os recentes aumentos de preços dificilmente serão permanentes, os produtores deveriam parar de gastar alimentos subsidiando biocombustíveis e dar ao Fundo para Alimentação da ONU (FAO) os recursos que ele necessita para distribuir calorias para aqueles que não podem lidar com o problema sozinhos.”
O FT afirma que muitos dos fatores que provocaram a alta dos alimentos são temporários, “mas a maior mudança estrutural são os biocombustíveis. No espaço de alguns anos, os Estados Unidos destinaram cerca de 40 mil toneladas de milho para a produção de bioetanol - cerca de 4% da produção global de grãos. Este rápido crescimento é em grande parte resultado dos subsídios - que têm que ser cortados”.
“Os benefícios ambientais do bioetanol de milho são ambíguos, na melhor das hipóteses, e não deveriam ser favorecidos em detrimento da plantação de milho para fins alimentares.”
‘The Guardian’ - O jornal britânico The Guardian também comenta o aumento dos preços em editorial nesta terça-feira, afirmando que alta do trigo anunciada na segunda-feira normalmente passaria despercebida, mas “ela é apenas o mais recente sinal de que a longa era de comida barata finalmente acabou. O fim chega ao final de um mês em que as implicações começam a ser sentidas em todo o mundo”.
O Guardian comenta o pedido da FAO, que, segundo o jornal, precisa urgentemente arrecadar novos fundos para continuar distribuindo ajuda.
“Os efeitos da alta no preço de alimentos são ainda mais sérios porque é algo com que o mundo se desacostumou. Por um quarto de século, depois de meados dos anos 70, novas tecnologias e o livre comércio se combinaram para tornar os alimentos quase que continuamente mais baratos.”
O jornal afirma que o preço do trigo caiu mais de 80% entre 1973 e 2000, levando-se em conta a inflação, e agora está mais do que o dobro do preço de alguns anos atrás.
“Se a tendência continuar, o pão e manteiga da política mundial poderá virar pão e manteiga de verdade, mais uma vez. É nos países pobres, no entanto, que os efeitos são mais graves: o custo da comida, pode ser frequentemente contado em vidas humanas.”
O editorial também afirma que os subsídios aos biocombustíveis, “particularmente nos Estados Unidos”, estão causando distorções no mercado global de alimentos.
Fonte: Estadão Online

Para tentar provar que investir em um meio ambiente sustentável pode ser um grande negócio, a Organização das Nações Unidas (ONU) reúne até sexta-feira (22), em Mônaco, ministros de Estado, cientistas, ambientalistas e empresários de mais de cem países. A conferência ”Mobilizando Finanças contra o Aquecimento Global”, a maior já patrocinada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnue) desde a Conferência do Clima, em Bali, em dezembro, vai tentar traçar o custo financeiro daquela que vem sendo chamada “low carbon society”.
A idéia da sociedade de “economia verde” ganhou impulso desde a realização do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), no ano passado. De acordo com a comunidade científica, os governos precisarão gastar entre 0,2% e 3% do PIB mundial para estabilizar as emissões de gases causadores do aquecimento global até 2030 - algo entre US$ 44,6 bilhões e US$ 89,2 bilhões por ano, segundo números do Banco Mundial.
O raciocínio da conferência é demonstrar que reduzir emissões de gás carbônico, controlar o uso de poluentes químicos e investir em energias renováveis é, mais do que uma proposta ambientalista, uma oportunidade de negócios. “Bilhões de dólares estão sendo investidos em fontes renováveis de energia e centenas de instituições com orçamento de trilhões de dólares estão endossando investimentos que refletem as preocupações governamentais e sociais”, diz Achim Steiner, subsecretário-geral da ONU. O Brasil será representado pelo secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco.
Fonte: Folha Online

Programa prevê oferecer R$ 160 milhões para pequenos negócios em 127 municípios da região central, selecionados de acordo com o IDH.
Fonte: Boletim PNUD Brasil | Leia aqui a matéria completa.

Administrador internacional do PNUD diz que pela primeira vez são os países em desenvolvimento que protegem mundo de desaceleração.
Fonte: Pnud Brasil (ONU) | Leia aqui a matéria completa.

Fonte: Estadão Online
Milhões de pessoas correm o risco de enfrentarem doenças como a malária e a diarréia em um mundo mais quente e assolado por ondas de calor e falta d’água, disse na quinta-feira (13) a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Especialistas em questões climáticas afirmam que as temperaturas e as ondas de calor farão aumentar o número de mortes relacionadas com o calor, ao passo que uma maior concentração de ozônio decorrente da poluição se traduzirá em um número maior de pessoas sofrendo de doenças cardiorrespiratórias.
Um mundo mais quente significaria ainda a disseminação de doenças patogênicas transmitidas por insetos como a malária e a dengue.
“Alguns dos males que mais provocam mortes possuem uma íntima relação com o clima”, disse, na conferência do clima realizada em Bali, Maria Neira, diretora da área de saúde pública e meio ambiente junto à OMS.
“Estamos preocupados com a subnutrição relacionada com a escassez de produtos agrícolas, estamos preocupados com a diarréia decorrente da falta d’água e de redes de esgoto, e estamos preocupados com um aumento dos casos de dengue e malária e com o surgimento dessas doenças em áreas onde antes estavam ausentes”, afirmou.
Neira afirmou durante a conferência que um aumento na temperatura média de 1 grau Celsius significaria um aumento de 8 por cento no número de casos de diarréia.
As mudanças climáticas também devem fazer crescer entre 50 e 60 por cento a parcela da população mundial exposta à dengue.
O encontro realizado em Bali, de 3 a 14 de dezembro, sob o comando da Organização das Nações Unidas (ONU), pretende dar início a um processo de dois anos de negociação ao final dos quais o mundo assinaria um novo pacto de combate às mudanças climáticas.

Os habitantes de países pobres correm risco muito maior de ser vítimas de catástrofes climáticas do que os de países com renda elevada, segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008 do PNUD, intitulado “Combater a mudança do clima: solidariedade humana em um mundo dividido”.
Com base em dados do Escritório de Ajuda a Desastres no Exterior, ligado ao governo norte-americano, o estudo conclui que o impacto nas nações pobres é 78 vezes maior: a cada 19 moradores de países em desenvolvimento, 1 foi vítima de tragédias como secas, tsunamis e furacões entre 2000 e 2004. Nos países desenvolvidos, o número é de 1 a cada 1.500.

Fonte: Yahoo!
A conferência das Nações Unidas sobre mudança climática fechou sua primeira semana com otimismo, mas sem decisões claras e com uma forte rejeição dos países em desenvolvimento a um compromisso para a redução de suas emissões, como reivindicam algumas nações desenvolvidas.
“Está muito claro que os países em desenvolvimento não estão dispostos a aceitar metas de redução de emissões de cumprimento obrigatório”, disse Yvo de Boer, secretário-executivo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), em entrevista coletiva concedida em Bali.
Apesar disso, Boer avaliou positivamente o andamento da conferência.

Fonte: Estadão Online
O Brasil comemorou, com alguma cautela, a classificação como lanterninha do grupo dos países com alto índice de desenvolvimento humano, mas se entre os critérios para o IDH estivesse o de percentual de domicílios atendidos por rede de esgotos, o desempenho teria sido muito pior.
O saneamento básico é um dos indicadores em que o Brasil apresenta algumas das maiores disparidades regionais, de acordo com o Índice de Desenvolvimento Social (IDS), elaborado pela Secretaria de Assuntos Econômicos do BNDES. Pelo IDS, o Brasil estaria na ponta inferior da faixa de desenvolvimento médio (com 0,58 contra 0,80 obtido no IDH), considerando-se dados de 2005.

O plantio de vegetação nativa no Brasil deve saltar de 320 mil para 500 mil hectares por ano com as licitações para manejo sustentável permitidas pela Lei de Gestão de Florestas Públicas. A estimativa é do diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Tasso Azevedo, que participou do Seminário sobre Gestão de Florestas Públicas, realizado em Brasília.

O Brasil já plantou 16 milhões de árvores neste ano e garantiu uma vaga entre os maiores reflorestadores do mundo, de acordo com a Unep, a agência ambiental da Organização das Nações Unidas (ONU).
As informações fazem parte da iniciativa da ONU de plantar 1 bilhão de árvores em 2007 - proposta pela ambientalista queniana Wangari Maathai, ganhadora do Nobel da Paz de 2004 - e já superada no ano.
A agência informou que mais de 1,5 bilhão de árvores foram plantadas.

Fonte: Agência Brasil
Os países ricos são responsáveis por 70% dos gases causadores do efeito estufa lançados na atmosfera, enquanto os países pobres respondem por 2% e as nações em desenvolvimento, por 28%.
As informações constam do Relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), lançado dia 27/11 no Palácio do Planalto.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou na quarta-feira (21) o decreto que institui uma comissão de 16 ministérios para elaborar o Plano Nacional sobre Mudança do Clima, que deve ser concluído até 30 de abril do ano que vem, em versão preliminar. O plano foi prometido pelo presidente em setembro, nas Nações Unidas. A idéia inicial era ter algo consolidado até a conferência da ONU sobre o clima, em dezembro, em Bali.

As indústrias no mundo estão emitindo carbono na atmosfera em níveis nunca antes registrados, e os países têm poucos anos para reverter essa tendência e evitar mudanças climáticas calamitosas. Essa afirmação foi feita nesta terça-feira (20) pelo secretário-executivo da Convenção da ONU para a Mudança Climática, Yvo de Boer.
No total, os países industrializados conseguiram reduzir a emissão de gases do efeito estufa durante a década de 90, mas a tendência se reverteu em 2000. As emissões vem crescendo desde então, atingindo praticamente um recorde em 2005.
“As emissões estão crescendo de uma forma preocupante”, afirmou Boer.

Fonte: Estadão Online
A mudança climática pode acabar com a globalização antes de 2040, com os países se isolando para poupar seus escassos recursos e o surgimento de conflitos pelo deslocamento de refugiados de secas e da elevação dos mares, alertou relatório divulgado na segunda-feira (05) por especialistas norte-americanos em segurança nacional.
A escassez pode ditar os termos das relações internacionais, segundo Leon Fuerth, da Universidade George Washington, um dos autores do relatório.
“A cooperação global com base em um mundo rico em recursos pode dar lugar a um regime onde as matérias-primas vitais são escassas”, disse Fuerth num evento para divulgar o relatório “A Era das Consequências.”
“Algumas das consequências podem essencialmente envolver o fim da globalização tal qual a conhecemos, pois diferentes partes da Terra se contraem a fim de tentar conservar o que precisam para sobreviver”, disse Fuerth, que foi assessor de segurança nacional do ex-vice-presidente Al Gore.
Os países ricos, segundo ele, “atravessam um processo de 30 anos de chutar as pessoas para fora do bote salva-vidas”, enquanto as nações mais pobres sofrem as piores consequências ambientais, que podem ser “extremamente debilitantes em termos morais.”
“Isso também indica que o tipo de ódio que se cria entre diferentes grupos será acentuado conforme esses grupos tentem se deslocar para locais mais amenos do planeta”, disse Fuerth.

Por Débora Yuri (Prima Pagina)
Um estudo feito por uma rede de universidades brasileiras aponta que o Brasil ainda não cumpriu a meta da ONU de reduzir pela metade, em relação a 1990, a porcentagem de pessoas que vivem em extrema pobreza, embora deva atingi-la até 2015 — prazo estipulado nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Além disso, o trabalho indica que o país ficará aquém da meta do governo federal de diminuir o indicador a um quarto no mesmo período. As duas conclusões diferem da de outro relatório, lançado em agosto pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), segundo o qual o país alcançou a meta da ONU já em 2005 e deve superar a do governo federal neste ano ou no ano que vem.
Leia a matéria completa aqui.

Um relatório divulgado nesta quinta-feira pelo Programa de Meio Ambiente da ONU afirma que o cultivo de lavouras para a produção de etanol representa uma ameaça à biodiversidade do cerrado brasileiro.
Segundo o relatório Panorama do Meio Ambiente Global, “o Brasil espera dobrar a produção de etanol, um biocombustível ‘moderno’, nas próximas duas décadas”.
“Para produzir matéria-prima vegetal suficiente para alcançar esses objetivos, a área cultivada está crescendo rapidamente”, acrescenta o documento. “O crescimento das fazendas coloca em risco regiões ecológicas inteiras, como o cerrado.”

Fonte: Estadão Online
A ONU escolheu o Brasil como sede do lançamento do Relatório do Desenvolvimento Humano 2007. Neste ano, o documento do Pnud - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento tem como tema a mudança climática e será apresentado no dia 27 de novembro, em Brasília.
Um dos objetivos do lançamento no Brasil é reforçar a importância do país nas discussões sobre o clima e sobre a relação entre o tema e o combate à pobreza. Na abertura, o documento traz uma epígrafe do líder sindical de seringueiros da Amazônia e ativista ambiental Chico Mendes, assassinado em 1988.
A tradução do título em inglês do relatório é “Enfrentando a Mudança Climática: Solidariedade em um Mundo Dividido”.
Na página de promoção do relatório na internet, o Pnud diz que a mudança climática é o maior desafio enfrentado pela humanidade no início do século 21 e que um fracasso nessa área abre a perspectiva de retrocessos sem precedente no desenvolvimento humano.
O relatório de 2006 teve como tema a crise global de água e foi lançado na Cidade do Cabo, na África do Sul.
O lançamento do relatório em Brasília será precedido de uma visita ao país do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que deverá se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ban Ki-moon deve passar pelo país entre 11 e 13 de novembro, em escala de uma viagem que incluirá ainda Argentina e Chile.
