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Resultados de pesquisas realizadas no âmbito do Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA) reforçam a hipótese de que manter a floresta em pé faz toda a diferença.
Na Amazônia, as árvores estariam “engordando” e consumindo maior quantidade de dióxido de carbono do que emitindo, anulando os efeitos do das queimadas na região, responsáveis pela emissão de grandes quantidades do gás para a atmosfera.
Segundo pesquisadores, ao absorver carbono em excesso, usando o gás para crescimento, a própria floresta estaria limpando da atmosfera gases resultantes da queima de florestas e de combustíveis fósseis que contribuem para o aquecimento global.
Esse cenário, obtido a partir de dados da Rede Amazônica de Inventários e Levantamentos Florestais (Rainfor), desafia a teoria mais clássica da ecologia, sobre o clímax ecológico, de que um ecossistema maduro está em permanente equilíbrio – portanto, com biomassa constante.
Fonte: Agência FAPESP | Leia aqui a matéria completa (no site AmbienteBrasil.org)

O investimento em pesquisa e desenvolvimento na Índia, que resultou na criação do Nano, o automóvel mais barato do mundo, pode ser adotado com sucesso também no Brasil. Essa é a avaliação de Marcelo Augusto Leal Alves, coordenador de graduação do curso de Engenharia Mecânica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).
Engenharia automotiva
Para Alves, o investimento em pesquisa e desenvolvimento é a melhor maneira de melhorar a competitividade do produto nacional. “Com tecnologia, esse produto pode ser feito com menos custos e mais eficiência. Se todas as fábricas se dispuserem a investir, a engenharia automotiva poderá ter ganhos expressivos”, ressalta.
Desenvolvido inteiramente na Índia, o Nano, segundo o especialista, é um exemplo de como o investimento conjunto em ciência, pesquisa e desenvolvimento pode dar certo. Marcelo Alves chamou a atenção para o fato de que o carro tem 34 patentes, concentradas nas partes de motor, câmbio e transmissão.
Nano brasileiro
Segundo o professor da USP, o Brasil pode tirar da experiência indiana duas importantes conclusões. “Primeiro, o fato de que não existe essa história de que um país pobre não pode se desenvolver. A Índia está se desenvolvendo, em alguns casos até com recursos próprios. A outra [conclusão] é o valor do conhecimento. Isso é muito importante. Essa montadora investiu em tecnologia e conhecimento”, explica.
O pequeno veículo indiano tem valor em torno de US$ 3 mil. No Brasil, o preço subiria para R$ 10 mil, conforme Alves, por causa dos impostos. O professor afirma que, além da mão-de-obra barata na Índia, o Nano custa menos que a média de mercado por não vir com itens de conforto, como rádio e ar-condicionado, e por apresentar limitações no desempenho, com velocidade máxima de 105 quilômetros por hora.
Por causa dessas características, Alves diz que o Nano não é um competidor para o carro popular brasileiro. “Mesmo o veículo nacional mais simples e barato tem mais recursos do que o Nano”, analisou. Por outro lado, ele aponta que o carro indiano tem muitas inovações tecnológicas no projeto e na fabricação.
Exemplo do veículo flex
Para o coordenador do curso de Engenharia Mecânica da Poli-USP, a Tata Motors, fabricante do Nano, pode incorporar as novas tecnologias a outros veículos, inclusive para aumentar a margem de lucro. Segundo ele, o fato de a montadora estar vinculada à siderúrgica Mittal Steel, uma das maiores do mundo, facilita muito o investimento em pesquisa e desenvolvimento.
Alves, no entanto, destacou que o Brasil não está tão atrasado em termos de pesquisa e desenvolvimento no setor automotivo. “Já se desenvolvem tecnologias específicas aqui. O veículo flex [bicombustível] foi todo feito no Brasil”, salientou.
Fonte: Agência Brasil.

Um censo demográfico realizado em Bel Air, em Porto Príncipe, capital do Haiti, mostrou que mais de 13 mil crianças e adolescentes foram enviados para casas de familiares situadas fora da região durante fase de conflito. Durante o período de levantamento, mais de 40 recenseadores pesquisaram cerca de 32 mil pessoas em aproximadamente 10 mil domicílios.
Fonte: site ComunidadeSegura.org | Leia aqui a matéria completa.

Esgoto é o despejo da água já utilizada em fins domésticos, comerciais, agrícolas e industriais, entre outros. Seu cheiro desagradável, a presença de bactérias causadoras de inúmeras enfermidades e de elementos químicos que afetam o meio ambiente tornam necessário o tratamento adequado.
Fonte: Boletim Olhar Virtual - UFRJ | Clique aqui para ler a matéria completa.

Estudo afirma que, no acesso à educação, a origem social influencia mais do que a raça, embora peso da discriminação seja relevante.
A desigualdade de acesso à educação entre negros e brancos no Brasil se deve mais à origem social do que à discriminação de cor. Entretanto, o preconceito também influencia a diferença. Essa é uma das conclusões de um estudo feito pelo Centro de Internacional de Pobreza, uma instituição de pesquisa do PNUD, resultado de parceria com o IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas).
Fonte: PNUD Brasil | Clique aqui para ler a matéria completa.

A Petrobras inicia mais uma etapa no desenvolvimento tecnológico para produção de biocombustíveis. Com o projeto de pesquisa do bioetanol (etanol de lignocelulose) – biocombustível produzido a partir de resíduos agroindustriais – a Petrobras entra na segunda geração de biocombustíveis e contribui para o fortalecimento da vocação natural do Brasil para energias renováveis.O gerente executivo do Cenpes, Carlos Tadeu da Costa Fraga, e pesquisadores da Petrobras participaram da entrevista coletiva realizada na sede da empresa.
O Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais (PPGERN) da UFSCar estará com inscrições abertas, entre os dias 19 a 23 de novembro, para o processo seletivo dos cursos de mestrado e doutorado.Criado em 1976, o Programa conta com uma única área de concentração “Ecologia e Recursos Naturais”, formando mestres e doutores que contribuam efetivamente para a desaceleração do processo de degradação dos recursos naturais existentes no país.

Fonte: Estadão Online
A mudança climática pode acabar com a globalização antes de 2040, com os países se isolando para poupar seus escassos recursos e o surgimento de conflitos pelo deslocamento de refugiados de secas e da elevação dos mares, alertou relatório divulgado na segunda-feira (05) por especialistas norte-americanos em segurança nacional.
A escassez pode ditar os termos das relações internacionais, segundo Leon Fuerth, da Universidade George Washington, um dos autores do relatório.
“A cooperação global com base em um mundo rico em recursos pode dar lugar a um regime onde as matérias-primas vitais são escassas”, disse Fuerth num evento para divulgar o relatório “A Era das Consequências.”
“Algumas das consequências podem essencialmente envolver o fim da globalização tal qual a conhecemos, pois diferentes partes da Terra se contraem a fim de tentar conservar o que precisam para sobreviver”, disse Fuerth, que foi assessor de segurança nacional do ex-vice-presidente Al Gore.
Os países ricos, segundo ele, “atravessam um processo de 30 anos de chutar as pessoas para fora do bote salva-vidas”, enquanto as nações mais pobres sofrem as piores consequências ambientais, que podem ser “extremamente debilitantes em termos morais.”
“Isso também indica que o tipo de ódio que se cria entre diferentes grupos será acentuado conforme esses grupos tentem se deslocar para locais mais amenos do planeta”, disse Fuerth.

Por Débora Yuri (Prima Pagina)
Um estudo feito por uma rede de universidades brasileiras aponta que o Brasil ainda não cumpriu a meta da ONU de reduzir pela metade, em relação a 1990, a porcentagem de pessoas que vivem em extrema pobreza, embora deva atingi-la até 2015 — prazo estipulado nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Além disso, o trabalho indica que o país ficará aquém da meta do governo federal de diminuir o indicador a um quarto no mesmo período. As duas conclusões diferem da de outro relatório, lançado em agosto pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), segundo o qual o país alcançou a meta da ONU já em 2005 e deve superar a do governo federal neste ano ou no ano que vem.
Leia a matéria completa aqui.
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Curso de informática inaugurado pela Secretaria de Assitência Social em Paranaiba (MS).
Fonte: O Globo Online
Em busca da independência financeira, eles partem para a guerra fiscal. Ao mesmo tempo, caminham para ter um sistema de ensino próprio - mas menos da metade dos 5.564 municípios brasileiros consegue ter autonomia na área de educação. No quesito segurança pública, a maioria também deixa a desejar. Menos de um terço possui estrutura neste segmento e apenas 14,1% contam com o auxílio da guarda municipal - que, por sua vez, apresenta um baixo índice de treinamento. É o que mostra a sexta edição da pesquisa Perfil dos Municípios Brasileiros - Gestão Pública 2006 (Munic), divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Ainda segundo o instituto, as prefeituras estão cada vez mais informatizadas e mais da metade realiza políticas de inclusão digital. Outro destaque é o aumento no número de funcionários contratados pelos municípios, assim como a opção por regimes de trabalho mais flexíveis - como cargos comissionados e sem vínculo permanente.
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Há 251 milhões de anos 95% das espécies foram extintas
As temperaturas globais previstas para os próximos séculos podem desencadear uma extinção em massa, de acordo com estimativas de cientistas britânicos.
Um estudo, publicado na revista científica Proceedings of The Royal Society, aponta que as temperaturas atuais estariam dentro da mesma faixa das registradas em outras fases quentes da história da Terra, em que até 95% das plantas e animais teriam morrido.
Os especialistas analisaram a relação entre clima e espécies ao longo de 520 milhões de anos e descobriram que houve uma maior biodiversidade durante os períodos mais frios do planeta.
“Esta pesquisa fornece a primeira clara evidência de que o clima global pode explicar variações dos registros fósseis de maneira simples e consistente”, afirmou Peter Mayhew, da Universidade de York.
“Se os nossos resultados se aplicarem ao aquecimento que ocorre atualmente, é possível que a extinções aumentem.”
A pesquisa comparou dados da biodiversidade marinha e terrestre com a temperatura da superfície da água do mar em diferentes períodos ao longo dos 520 milhões de anos.
Os estudiosos concluíram que quatro dos cinco episódios de extinção em massa ocorreram em fases quentes da Terra, em que o calor e a umidade eram predominantes.
Em um desses episódios, relataram os cientistas, ocorrido há 251 milhões de anos, foi verificada a extinção de 95% das espécies.
“Na pior das hipóteses, poderemos vivenciar o mesmo no próximo século, a algumas gerações a frente da nossa”, disse Mayhew à BBC, que pretende agora investigar como as temperaturas os casos de extinção estão relacionados.
Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil
