You are currently browsing the tag archive for the 'universidade' tag.

* Terça-feira, 22 de abril de 2008 *
Mapa digital reúne 800 dados municipais
Ferramenta do Ministério das Cidades traz desde resultado de eleições até indicadores sociais, econômicos, financeiros e administrativos
Prêmio ODM abrange de Aids a mata ciliar
Concurso de iniciativas em prol dos Objetivos do Milênio escolhe 20 projetos em áreas como saúde, mercado de trabalho e meio ambiente
Entidades se unem por software público
Ministérios, empresas de informática, PNUD e universidade assinam acordo para estimular programas que atendam interesses sociais
Servidor do Recife faz curso contra racismo
Capital pernambucana ofereceu capacitação a 705 funcionários de áreas como educação e saúde, para que combatam discriminação.

A Faculdade de Odontologia da UFRJ está selecionando pacientes entre 18 e 35 anos com problemas de amolecimento dentário e sangramento nas gengivas para receberem tratamento gratuito.
A seleção de pacientes será feita até junho e o tratamento será realizado na unidade, localizada no Campus do Fundão.
Como se inscrever no programa?
Os exames estão sendo realizados às 2ª, 4ª e 6ª pela manhã. Para agendar uma consulta, basta telefonar ou comparecer ao Departamento de Clínica, localizado no 2º andar da Faculdade de Odontologia, ao lado do Hospital Universitário.
Para agendamento e mais informações:
Dr. Victor, 2562-2035 e 9602-9150; Arlene, 2562-2049.

O Instituto Virtual de Mudanças Globais (IVIG) da COPPE promove, às 14h desta quarta-feira (9/4), a conferência Agroenergia e inclusão social. Participam do evento o engenheiro agrônomo Jean Medaets (representante do Ministério de Minas e Energia) e o economista René Louis de Carvalho, professor da UFRJ, que discutirão a relação entre produção de alimentos e energia, considerando a sustentabilidade como fator de inclusão social e desenvolvimento regional.
A conferência, que acontece no auditório do IVIG (prédio anexo ao Centro de Tecnologia, na Ilha do Fundão) será mediada pelo diretor da COPPE, Luiz Pinguelli Rosa, e terá transmissão ao vivo pelo site do IVIG, http://tv.ivig.coppe.ufrj.br.

Nos dias 9, 10 e 11 de abril, o Fórum de Ciência e Cultura recebe a Pré-conferência brasileira para a 33ª Conferência Global de Bem-estar Social. O evento, realizado pela Escola de Serviço Social (ESS), reunirá participantes para a elaboração de um documento dirigido à conferência global, a ser realizada nos meses de junho e julho de 2008, em Tours, na França. A pré-conferência acontece das 8h às 19h, nos salões Pedro Calmon, Dourado, Moniz de Aragão, Vermelho e no átrio. Mais informações pelo telefone 3873-5379.
Ainda no dia 10, será realizado no salão Pedro Calmon, das 17h30 às 20h30, mais um encontro da Coordenação de Programas de Estudos Avançados (COPEA-UFRJ). Nesta quinta-feira, o conferencista Mário Baibich (UFRGS) proferirá uma palestra com o tema O prêmio Nobel de Física de 2007. O evento, apoiado pelo CNPq e pela Academia Brasileira de Ciências, é gratuito.
Já no dia 11 acontece o lançamento do DVD Preparações e tarefas, com a obra da artista brasileira Letícia Parente. Com o apoio da Petrobrás, o Núcleo de Cultura e Tecnologia da Imagem da Escola de Comunicação (N-IMAGEM, ECO/UFRJ) reuniu a produção de Letícia em DVD. A partir das 13h, os professores André Parente, Luiz Cláudio da Costa e Kátia Maciel realizarão uma conferência para falar sobre a obra da videoartista. O evento será realizado no salão Moniz de Aragão, das 13h às 21h. Outras informações podem ser obtidas com o professor André Parente (ECO) pelos telefones 2259-9257 e 8732-8263.
Nos dias 15 e 16, os salões Moniz de Aragão, Dourado, Vermelho e o átrio recebem, das 8h às 17h, o II Seminário de memória documentação e pesquisa: “Universidade e seus lugares de memória”.
O objetivo do encontro acadêmico é promover a difusão de pesquisas no âmbito da história e da memória da UFRJ. A realização do evento é do projeto Memória SiBI/UFRJ. Programação e inscrições estão disponíveis no site www.sibi.ufrj.br. Mais informações com Antonio José no telefone 8757-1877 (ramal 122)

Resultados de pesquisas realizadas no âmbito do Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA) reforçam a hipótese de que manter a floresta em pé faz toda a diferença.
Na Amazônia, as árvores estariam “engordando” e consumindo maior quantidade de dióxido de carbono do que emitindo, anulando os efeitos do das queimadas na região, responsáveis pela emissão de grandes quantidades do gás para a atmosfera.
Segundo pesquisadores, ao absorver carbono em excesso, usando o gás para crescimento, a própria floresta estaria limpando da atmosfera gases resultantes da queima de florestas e de combustíveis fósseis que contribuem para o aquecimento global.
Esse cenário, obtido a partir de dados da Rede Amazônica de Inventários e Levantamentos Florestais (Rainfor), desafia a teoria mais clássica da ecologia, sobre o clímax ecológico, de que um ecossistema maduro está em permanente equilíbrio – portanto, com biomassa constante.
Fonte: Agência FAPESP | Leia aqui a matéria completa (no site AmbienteBrasil.org)

O investimento em pesquisa e desenvolvimento na Índia, que resultou na criação do Nano, o automóvel mais barato do mundo, pode ser adotado com sucesso também no Brasil. Essa é a avaliação de Marcelo Augusto Leal Alves, coordenador de graduação do curso de Engenharia Mecânica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).
Engenharia automotiva
Para Alves, o investimento em pesquisa e desenvolvimento é a melhor maneira de melhorar a competitividade do produto nacional. “Com tecnologia, esse produto pode ser feito com menos custos e mais eficiência. Se todas as fábricas se dispuserem a investir, a engenharia automotiva poderá ter ganhos expressivos”, ressalta.
Desenvolvido inteiramente na Índia, o Nano, segundo o especialista, é um exemplo de como o investimento conjunto em ciência, pesquisa e desenvolvimento pode dar certo. Marcelo Alves chamou a atenção para o fato de que o carro tem 34 patentes, concentradas nas partes de motor, câmbio e transmissão.
Nano brasileiro
Segundo o professor da USP, o Brasil pode tirar da experiência indiana duas importantes conclusões. “Primeiro, o fato de que não existe essa história de que um país pobre não pode se desenvolver. A Índia está se desenvolvendo, em alguns casos até com recursos próprios. A outra [conclusão] é o valor do conhecimento. Isso é muito importante. Essa montadora investiu em tecnologia e conhecimento”, explica.
O pequeno veículo indiano tem valor em torno de US$ 3 mil. No Brasil, o preço subiria para R$ 10 mil, conforme Alves, por causa dos impostos. O professor afirma que, além da mão-de-obra barata na Índia, o Nano custa menos que a média de mercado por não vir com itens de conforto, como rádio e ar-condicionado, e por apresentar limitações no desempenho, com velocidade máxima de 105 quilômetros por hora.
Por causa dessas características, Alves diz que o Nano não é um competidor para o carro popular brasileiro. “Mesmo o veículo nacional mais simples e barato tem mais recursos do que o Nano”, analisou. Por outro lado, ele aponta que o carro indiano tem muitas inovações tecnológicas no projeto e na fabricação.
Exemplo do veículo flex
Para o coordenador do curso de Engenharia Mecânica da Poli-USP, a Tata Motors, fabricante do Nano, pode incorporar as novas tecnologias a outros veículos, inclusive para aumentar a margem de lucro. Segundo ele, o fato de a montadora estar vinculada à siderúrgica Mittal Steel, uma das maiores do mundo, facilita muito o investimento em pesquisa e desenvolvimento.
Alves, no entanto, destacou que o Brasil não está tão atrasado em termos de pesquisa e desenvolvimento no setor automotivo. “Já se desenvolvem tecnologias específicas aqui. O veículo flex [bicombustível] foi todo feito no Brasil”, salientou.
Fonte: Agência Brasil.

O que era interesse de poucos virou preocupação de muitos e a área ambiental deixou de ser especialidade para se tornar curso de graduação. Desde o ano 2000, o crescimento no número de cursos com esse perfil no País foi de 822%. A quantidade de alunos pulou de cerca de mil para mais de 10 mil nesse período. E os formandos em busca de emprego em áreas como Gestão Ambiental, Controle Ambiental e Saneamento Ambiental, que sequer existiam há oito anos, já passam dos 2.200.
Segundo o levantamento do Ministério da Educação (MEC), feito a pedido da reportagem, as vagas em vestibulares em 11 cursos da área cresceram mais de 1.000% desde 2000. Os números mais recentes são de 2006 e mostram 8.377 vagas em universidades públicas e particulares no País. Em 2000, eram 732.
Muitos dos cursos ambientais surgiram dentro da nova modalidade de graduação, os cursos tecnológicos, com formação mais rápida (em menos de quatro anos), menos acadêmica e voltada para o mercado de trabalho. Além da criação de novos cursos, os que já existiam foram reestruturados e até mudaram de nome para atender as demandas ambientais recentes.
Fonte: Yahoo Brasil

A Petrobras inicia mais uma etapa no desenvolvimento tecnológico para produção de biocombustíveis. Com o projeto de pesquisa do bioetanol (etanol de lignocelulose) – biocombustível produzido a partir de resíduos agroindustriais – a Petrobras entra na segunda geração de biocombustíveis e contribui para o fortalecimento da vocação natural do Brasil para energias renováveis.O gerente executivo do Cenpes, Carlos Tadeu da Costa Fraga, e pesquisadores da Petrobras participaram da entrevista coletiva realizada na sede da empresa.

Fonte: Estadão Online
A mudança climática pode acabar com a globalização antes de 2040, com os países se isolando para poupar seus escassos recursos e o surgimento de conflitos pelo deslocamento de refugiados de secas e da elevação dos mares, alertou relatório divulgado na segunda-feira (05) por especialistas norte-americanos em segurança nacional.
A escassez pode ditar os termos das relações internacionais, segundo Leon Fuerth, da Universidade George Washington, um dos autores do relatório.
“A cooperação global com base em um mundo rico em recursos pode dar lugar a um regime onde as matérias-primas vitais são escassas”, disse Fuerth num evento para divulgar o relatório “A Era das Consequências.”
“Algumas das consequências podem essencialmente envolver o fim da globalização tal qual a conhecemos, pois diferentes partes da Terra se contraem a fim de tentar conservar o que precisam para sobreviver”, disse Fuerth, que foi assessor de segurança nacional do ex-vice-presidente Al Gore.
Os países ricos, segundo ele, “atravessam um processo de 30 anos de chutar as pessoas para fora do bote salva-vidas”, enquanto as nações mais pobres sofrem as piores consequências ambientais, que podem ser “extremamente debilitantes em termos morais.”
“Isso também indica que o tipo de ódio que se cria entre diferentes grupos será acentuado conforme esses grupos tentem se deslocar para locais mais amenos do planeta”, disse Fuerth.

Por Débora Yuri (Prima Pagina)
Um estudo feito por uma rede de universidades brasileiras aponta que o Brasil ainda não cumpriu a meta da ONU de reduzir pela metade, em relação a 1990, a porcentagem de pessoas que vivem em extrema pobreza, embora deva atingi-la até 2015 — prazo estipulado nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Além disso, o trabalho indica que o país ficará aquém da meta do governo federal de diminuir o indicador a um quarto no mesmo período. As duas conclusões diferem da de outro relatório, lançado em agosto pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), segundo o qual o país alcançou a meta da ONU já em 2005 e deve superar a do governo federal neste ano ou no ano que vem.
Leia a matéria completa aqui.
